terça-feira, 31 de maio de 2011

Falando com quem Faz...: CÃOmigo -Projecto de Cinoterapia em Unidade de Ensino Estruturado”

Decorreu no sábado, dia 28/05/2011, mais uma sessão do Ciclo de Sábados: "Falando com quem faz". O tema abordado durante esta sessão foi “Projecto de Cinoterapia em Unidade de Ensino Estruturado” e a dinamização esteve a cargo da Psicóloga Carla Bernardo, da Terapeuta da Fala Andreia Caeiro, ambas do CECD, e do Treinador de Cães, João Vasconcelos.

A Psicóloga Carla Bernardo começou por fazer uma breve descrição do Agrupamento onde o projecto está a ser desenvolvido, Agrupamento de Escolas Ribeiro de Carvalho, do espaço envolvente e dos intervenientes em todo o processo. Fez uma breve síntese da história das Intervenções Assistidas por Animais. Apresentando uma boa fundamentação teórica para a implementação deste tipo de intervenção.


De seguida o treinador de cães, João Vasconcelos, falou um pouco sobre os Cães de Serviço (cães de assistência, cães de alerta e cães guia), dando-nos a conhecer como é realizada a selecção e o treino destes animais. Realçou a importância das famílias de acolhimento para o bom desenvolvimento e treino dos cachorros.

A Terapeuta da Fala Andreia Caeiro fez uma breve descrição sobre o Programa de Linguagem Makaton e sobre o PECS e de como estes programas podem servir como facilitadores para a comunicação.


No seguimento desta partilha, os dinamizadores partilharam  com todos os presentes alguns casos reais, apresentando objectivos específicos e estratégias de intervenção utilizadas para cada um deles. Foi possível observarmos a interacção entre a cadela e os alunos em contexto escolar ao longo de várias sessões e desse modo verificarmos as evoluções, as melhorias ao nível da interacção, da socialização e comunicação.




Os dinamizadores acabaram com uma citação de uma autora australiana, Donna Williams:

"Precisamos de luz na escuridão, e de som no silêncio. Precisamos de pontes em vez de muros, e de ser encorajados a passar essas pontes, um passo de cada vez, do nosso próprio mundo para um mundo partilhado."


Tal como referiu a Psicóloga Carla Bernardo, mais importante do que tudo pretende-se que as crianças criem laços...

As boas práticas foram motivo de reflexão e debate ao longo de toda a manhã, servindo desse modo para crescermos tanto a nível profissional, como pessoal...

Desta sessão saímos todos com uma certeza...É importante continuarmos a lutar e a trabalhar por uma Escola de e para Todos...

Este foi o último sábado relativo ao ano lectivo de 2010/2011, espero que este tipo de partilhas continue pela importância que têm para a nossa prática e pelo enriquecimento que proporciona a todos que assistem e participam.

Les Meckinguipes no Rock in Chiado dia 9 de Junho


ver videos em:

Concerto 5 Watts

 


Os 5 Watts vão concorrer amanhã num concurso de bandas de jazz. Será no windsurf café, a partir das 22horas. Venham apreciar a noite de quarta para quinta na praia de Carcavelos

ver videos em:

Equilíbrios...?



O pacote de arroz estava prestes a terminar o prazo de validade. Devido a esse facto ela resolveu confeccionar um tabuleiro de arroz doce que levou para o trabalho para partilhar com os colegas.
Entre as criticas de falta de açúcar, as palmadinhas nas costas de agradecimento e mais isto e aquilo, a opinião geral era de que estava muito bom.
O tabuleiro ficou vazio rapidamente ao fim da manhã e junto a ele aglomeraram-se as taças sujas utilizadas por todos.
No final do dia, ela levou para casa toda a louça que lavou ao fim do dia, depois do seu jantar.
Enquanto o fazia, o pensamento levou-a a uma questão: se a preocupação de poupar um pacote de arroz de modo a não se estragar tinha compensado o esforço do trabalho e o gasto adicional…
EC

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Liberdade: InvuLugArte - 23 de Julho no café teatro do Centro Cultural Malaposta




Se a Musica é a mais universal de todas as linguagens, então encontra em Liberdade um dos seus mais profícuos utilizadores, na passagem duma mensagem que se quer clara, baseada em som, ritmo, melodia e letra. Sendo esta última por excelência, um veículo incontestável de transmissão de ideias e pensamentos, é da fusão de letra e música que se forja o cunho universalista de encontro entre os povos. E neste enclave de emoções encontra-se Gustavo Silva Almeida, mais conhecido por Liberdade.
Marcado desde tenra idade por vários estilos musicais, foi evoluindo quase autonomamente no que concerne à sua formação musical.
Da junção com vários outros jovens músicos, nasceram diversos projectos musicais ao longo dos últimos anos. Uns mais duradouros que outros, mas sempre a paixão pela Musica.
Evoluindo gradativamente pelo universo do “rap”, apresentou-se com a banda União Verbal ao Festival RTP da Canção Júnior em 2006. No ano seguinte voltou ao mesmo certame, desta feita a solo já como Liberdade. Pelo meio ficaram muitos espectáculos partilhados com públicos diversificados, em locais não menos díspares. Em 2008 os União Verbal voltam a um projecto conjunto, onde o tema principal versa uma questão bem actual, como sendo a das Energias Alternativas. Ainda nesse ano, Liberdade estreia-se a solo na sua cidade preferencial, Queluz. Puderam então ser escutados pela primeira vez, alguns temas do seu álbum de originais “Dialogo Mudo”. Álbum em que letra e música se fundem num trabalho único, conceptual e intimista, onde a criatividade impera. E neste momento em que se celebra a comunhão entre Liberdade e público na partilha deste seu trabalho, vimos desta forma convidar todos a escutar atentamente a mensagem a veicular.
Depois do que foi a AbreTour 2009/10 para divulgação de “Dialogo Mudo”, Liberdade inova mais uma vez no conceito de apresentação ao vivo, para, desta feita, num espectáculo diferente que intitulou de InvoLugArte, tocar temas do seu primeiro álbum e também do próximo trabalho que se intitula de “O Homem dos Espinhos”. Pretendendo enquadrar literalmente o público dentro da banda, dando um cariz mais intimista ao ambiente em sala, alia musicalmente uma componente electrónica e acústica, numa fusão de estilos que enriquece o legado musical a apresentar.
De um lado, além de Liberdade, estarão mais três jovens músicos também em palco, numa perfeita sintonia de gesto e atitude. Do outro, igualmente importante, estará o público que se espera numeroso, pois sem este último, por mais que os operários do som o empolguem, não haverá magia possível.
Não importa local, data ou hora, o que importa sim, será a predisposição comum que cada um tiver a oferecer de si, ao participar activamente neste evento.
A todos vós um bem-haja e que não faltem.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

"Um gesto pela diferença"


Decorreu no passado dia 24 de Maio, a partilha denominada “Um gesto pela diferença, iniciativa dos alunos do 12.º B da Escola Secundária Padre Alberto Neto em Queluz, no âmbito da área de projecto.

Como convidada para esta partilha esteve a Presidente da APSA, Piedade Coelho. Esta, apresentou a associação e as suas iniciativas. As características desta síndrome. Estratégias a serem utilizadas na intervenção e o seu próprio testemunho enquanto mãe.

Sabendo que as características desta problemática se prendem em primeira instância com o comprometimento ao nível do comportamento social; interesses limitados; comportamentos rotineiros; peculiaridade do discurso e da linguagem; perturbação na comunicação não verbal e descoordenação motora é importante a educação de atitudes sociais/treino de competências sociais acompanhadas sempre de regras, muita tolerância e persistência, antecedendo rotinas dando ordens claras e simples. Não menos importante respeitar e identificar sinais de stress, bem como aproveitar as áreas de interesse proporcionando hábitos de progressiva autonomia social.  

Porque ainda existe um caminho a percorrer na transição para a vida activa e no implemento do emprego protegido esta associação tem o projecto Casa Grande, local que se destina a oferecer um espaço de formação e de emprego temporário favorecendo a construção de uma vida futura com maior autonomia.

Nesta partilha, como em qualquer outra neste âmbito, a ideia é de fomentar o conhecimento desta e outras problemáticas, fazendo da individualidade uma mais valia, percepcionando que a condição de se ser ou estar vulnerável é um momento que difere da inclusão ou não, no contexto social.
Possibilitando tornar o mundo melhor, porque de facto como foi referido, a problemática não está na cara mas existe, é fundamental olharmos o outro isentos de definições e de concepções contaminadas, sendo conhecedores da realidade e aceitando que cada um é importante na sua diversidade.

Só fomentando partilhas como estas se poderá construir um projecto de cidadania e acreditar num mundo mais inclusivo com recursos e intervenções diferentes para bem de todos e de cada um.

Não posso deixar de agradecer a partilha, em primeiro lugar ao Pedro Filipe com quem me cruzei e me proporcionou estar presente. O agradecimento estende-se, obviamente, aos restantes alunos envolvidos: Adriana Cunha; Filipa Costa, Gonçalo Filipe e Miguel Esteves bem como a todos aqueles que de certa forma encorajaram e apoiaram estes alunos no sentido de que estas partilhas são um  caminho necessário para que a sociedade encare a temática da diferença como uma realidade e reveja nos jovens alunos a preocupação na inclusão de todos. 
Fernando Pessoa dizia que: 
O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que  acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”.

São inevitavelmente momentos inesquecíveis como estes de partilha e reflexão que fazem a diferença para que cada vez surjam menos barreiras, numa sociedade que deverá ser de verdadeira oportunidade de igualdade para todos. 
Iniciativas como estas são de louvar e de repetir, porque constituem uma fonte de aprendizagem e de esclarecimento necessário para que a sociedade encare a temática da diferença com a naturalidade, normalidade e respeito que lhe é devido, aceitando e incluindo de forma efectiva e de plenos direitos.  
Agradeço, como não poderia deixar de ser, também a Piedade Monteiro o seu relato que em nome próprio testemunhou. São os pais que melhor nos ensinam que todos sem excepção têm direito  a viver a vida na sua plenitude.
EC

terça-feira, 24 de maio de 2011

Falando com quem faz....

28 de Maio de 2011 – Das 10h00 às 13h00 (Lisboa)
Tema: “CÃOmigo – Projecto de Cinoterapia em Unidade de Ensino Estruturado”
Dinamizadoras: Carla Bernardo e Andreia Caeiro
Local: PIN-ANDEE –Instituto Piaget – Pavilhão C –Sala 28 – Quinta da Arreinela de Cima –
Almada (Junto à estação do Pragal)



Associados: gratuito – Não associados: 7,50€
Pagamento por transferência bancária (NIB: 0036 0106 9910 0042 3297 4)
Inscrição e envio de comprovativo (de preferência digitalizado) para: 
proandee@gmail.com

Eficiência é usar prótese


As concepções da Educação sempre estiveram (e certamente sempre estarão) dependentes de uma ideia que se tem sobre a pessoa que se educa e sobre o que ela deve ser capaz de ser ou fazer como adulto. A vertiginosa aceleração tecnológica das últimas décadas suscitou reflexões novas sobre estas ideias e que têm óbvios impactos educativos.  
Pergunta-se se estaremos preparados para lidar com tanta e tão dispersa  informação. É frase recorrente que os alunos de hoje são mais superficiais nas suas análises mas igualmente, muito mais extensos no conjunto dos seus conhecimentos. Por vezes este acúmulo e dispersão de conhecimentos é evocado para justificar os elevados níveis de stress e ansiedade que se observam na escola (de alunos e professores) e justificam mesmo o aumento de alunos com hiperactividade e deficit de atenção. A questão é pois “Será que a nossa organização biológica é capaz de lidar capazmente com as exigências de uma sociedade complexa do sec. XXI?”  
Pergunta-se ainda o que é necessário para transformar a informação em conhecimento; como é que a abundante informação disponível pode ser interiorizada, integrada como uma aprendizagem (estável e utilizável) no reportório do indivíduo. E aqui as respostas científicas (não as do senso comum) são muito coerentes: a informação torna-se em conhecimento quando é usada e experimentada em contextos “ecologicamente válidos”. Quer isto dizer que a acção, a actividade, a “praxis” do aprendente é determinante para que um conceito que originalmente estava na internet, num livro ou no discurso de um professor se torne algo que contribui para cada pessoa mudar a representação e actuação que tem do e no mundo.  
Pergunta-se finalmente como se podem tornar as pessoas (vide alunos) mais eficientes para a sua vida futura. Nas respostas a esta pergunta aparece inevitavelmente a palavra “responsabilidade”. Para ser mais eficiente é condição necessária que o aluno seja “responsável”. Estaremos todos de acordo “em princípio”. Mas esta responsabilidade não pode ressuscitar a teoria do “homúnculo”.  Falava à pouco com um dirigente de uma sociedade científica que defendia que a “responsabilidade” do sucesso devia ser atribuída ao aluno desde o princípio da escolaridade básica. Falar de responsabilidade de forma tão precoce, tão impositiva e tão individual cria muitas dúvidas. As responsabilidades que queremos que os alunos adquiram são, sem dúvida, um valor que se constrói de forma progressiva e na relação com os outros.
Sabemos que a espécie humana é a menos auto-suficiente de todas. Dependemos da ajuda e das capacidades alheias mais do que qualquer outra espécie. (Se tiverem dúvidas sobre isto, pensem das coisas que fizeram hoje quais são as que conseguiram fazer de forma totalmente autónoma, sem a ajuda de outros…). Mas a nossa força provém exactamente desta aparente fragilidade: esta longa dependência ajuda-nos a desenvolver capacidades conjuntas e a viver num mundo de intercâmbio de  competências. Até Victor de Aveyron teve que viver junto de outros animais para sobreviver. Assim, ser eficiente não é resolver tudo sozinho: ser eficiente é ser capaz de conhecer e usar os recursos que estão à volta de cada um. Recursos que estão na diversidade das pessoas que nos ensinam, nas pessoas que connosco aprendem, que vivem à nossa volta, nos recursos de equipamento, informática, organizacionais e outros a que podemos aceder. Já se disse que o nosso corpo (isto é, nós) é incapaz de viver adequada e eficientemente sem usar ajudas externas que lhe permitem encarar as ciclópicas exigências dos ambientes em que vivemos. Ser eficiente é saber como usar as próteses necessárias à realização da nossa vida. 
Podemos precisar de mais ou menos próteses: próteses de tipos diversos, por mais ou menos tempo, mas elas lá terão que estar para podermos participar solidariamente na sociedade.
A ligação deste conceito de eficiência – prótese à forma como se pensa a Educação é evidente: se concebermos o nosso ensino como dirigido a um aluno individual, um aluno auto-suficiente, estaremos certamente a diminuir as suas possibilidades, no futuro, para trabalhar em equipa, para negociar projectos ou planos de trabalho, enfim, para usar toda a diversidade de próteses que necessita. É por isso que dizemos que ter a oportunidade de trabalhar com colegas com capacidades (necessariamente) diferentes, é um direito do aluno e, se isso lhe for negado, poderemos ter alguns resultados rutilantes a curto prazo mas estaremos a educar alguém que não é capaz de usar todos os recursos que estão à sua  volta.  É disto também que trata a Educação Inclusiva  – do direito de todos poderem ser educados em ambientes em que aprendem que uma dificuldade é uma oportunidade e que uma informação, por muito sedutora que pareça, não é senão o primeiro passo para criar conhecimento.
David Rodrigues
Presidente da Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial.
In: 2ª newsletter referente ao mês de Maio da Pró-Inclusão/Associação Nacional de Docentes de Educação Especial

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Hoje Encontámos no Agrupamento de Escolas de Queluz


Com muita tristeza lamento não ter participado deste momento mas aqui deixo a partilha:


"Hoje Encontámos os meninos do Jardim de Infância do Agrupamento de Escolas de Queluz (http://www.eb1-queluz-n2.rcts.pt/). 

Levámos os nossos sacos de pano carregados de histórias e sobretudo, levámos disponibilidade, amor e verdade nas histórias!

No âmbito da Semana da Leitura, este jardim de infância organizou-se para nos receber. Estivemos com pequenos e graúdos. Estes últimos estiveram presentes num número espantoso!

Voltámos com o espírito rejuvenescido, com alma quente. 
Voltámos cheios de sorrisos sinceros, cheios de pequenos nadas.
Voltámos cheios de mais certeza que vale a pena...

Os meninos deste Jardim de Infância encheram-nos de lágrimas salgadas quando nos entregaram esta caixa cheia de livros, para o projecto "Enconta-me que eu gosto". Uma caixa cheia de amor!

Obrigada por estarem no nosso caminho! Obrigada especial à grande amiga Luísa Mendes que se lembrou de nós!"


TERÇA-FEIRA, MAIO 17, 2011

Noite do Professor 2011


A Noite do Professor 2011, dirigida a educadores e a professores dos ensinos básico e secundário, vai realizar-se no dia 8 de Setembro.
Esta iniciativa, organizada pela Ciência Viva e pelo Pavilhão do Conhecimento, pretende dar a conhecer as ofertas educativas em preparação por essas duas entidades, para o ano lectivo 2011/2012.
Pode obter mais informações consulte aqui

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Falando com quem faz....



No próximo sábado (21/05/2011) decorrerá mais uma sessão do ciclo "Falando com quem faz...
Das 10h00 às 13h00- 21 de Maio de 2011
“Inclusão - Práticas, Rotinas e Saberes”  - 
Helena Berenguer e Celina Onofre
Local: CERCIPÓVOA
Urbanização Quinta da Piedade
2625-160 Póvoa Sta. Iria
Associados: gratuito
Não associados: 7,50€
Pagamento por transferência bancária
(NIB: 0036 0106 9910 0042 3297 4)
Inscrição e envio de comprovativo (de preferência digitalizado) para:

 Palavras-chave: Inclusão; Metodologia de Projecto; Aprendizagens; Diferenciação Pedagógica.

Esta apresentação centra-se na partilha efectiva de experiências em educação, mais especificamente no âmbito das Necessidades Educativas Especiais e na sua prática. Destacamos a ideia de que se aprende melhor se se aprender em conjunto, com diferentes pontos de partida e diferentes percursos de aprendizagem.
Apontamos um conjunto de objectivos que nos parecem abarcar o que pretendemos desenvolver e simultaneamente nos permitem ter um fio condutor para a nossa prática diária:
- Proporcionar aos alunos o contacto directo com o meio onde vivem;
- Criar condições de promoção do sucesso escolar e educativo;
- Criar atitudes e hábitos positivos de relação e cooperação.
Em termos metodológicos optámos pela metodologia de Projecto, por ser esta a mais indicada para ultrapassar as dificuldades face à Escola de hoje, o ciclo de desinteresse pela mesma, a existência de alguns jovens desajustados e a necessidade de as aprendizagens se realizarem de uma forma diferente, em que a relação com o professor e o trabalho seja também ela distinta e em que os conteúdos curriculares se transformem em algo significativo.
O trabalho de projecto apesar de desenvolver competências disciplinares, obtém sentido fora das disciplinas, colaborando para que a Escola se torne um lugar de produção de novos saberes. Assim, o projecto é uma porta aberta sobre os interesses dos alunos, no que diz respeito à orientação escolar e profissional, além de que pode ser o suporte da educação para a Cidadania e aprendizagens ao longo da Vida.
Nesta perspectiva, a pertinência do trabalho desenvolvido no âmbito da Educação de crianças/jovens com Necessidades Educativas Especiais centra-se numa postura facilitadora da diferença, isto é, a Educação faculta às crianças/jovens formas de aprendizagem proporcionais às suas capacidades em vez de exigir aprendizagens à medida e ao ritmo da Escola. Desta forma, usando uma diferenciação pedagógica para além de beneficiar as crianças/jovens diferentes beneficia-se também os demais alunos uma vez que se está a educar para a Inclusão construindo uma sociedade mais justa, mais consciente e mais responsável.

__________________________________
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DOCENTES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL



segunda-feira, 16 de maio de 2011

Um gesto pela diferença


Irá realizar-se no auditório da Escola Secundária Padre Alberto Neto em Queluz no dia 24 de Maio pelas 11h35 uma partilha sobre a síndrome de Asperger.
Uma iniciativa dos alunos do 12.º B no âmbito da área de projecto.
Desde já agradeço a partilha do Pedro Filipe que ocasionalmente conheci mas que respondeu ao meu repto. Nada acontece por acaso...
Aqui faço a partilha.
EC

quarta-feira, 11 de maio de 2011

L.O.M.B.O.S. no Museu do Trabalho Michel Giacometti, em Setúbal. 14 de Maio - 22h


Mais um recital do artista Liberdade, desta feita para festejar a “Noite dos Museus” e num museu que em tudo se relaciona com a música do Projeto L.O.M.B.O.S., o Museu do Trabalho Michel Giacometti, em Setúbal. 
Local de aprazível visita que na noite especial de 14 de Maio de 2011, terá, além do projeto supra citado, ainda outras surpresas, a descobrir no site do próprio museu.
Assim sendo pelas 22:00, inicio duma festa que se pretende extensível a um abrangente número de pessoas.
Não faltem…

Saudações cantadas,
Liberdade

Leituras

Leituras
Os livros que se seguem apresentam as minhas opiniões sobre os mesmos. Exclusivamente o meu "ponto de vista". EC

A vida na porta do frigorífico

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O mundo segundo BOB

O mundo segundo BOB
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A Saga de um Pensador - O Futuro da Humanidade

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A intuição leitora, a intuição narrativa

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Tu tens direito

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Políticas educativas em Portugal

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Mafaldisses - crónica sobre rodas...

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Todas as cores do vento

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Prisioneiro em mim

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Crónicas do avó Chico

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PSICOMOTRICIDADE – Jogos facilitadores de aprendizagem

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Fala Comigo

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Sara, A Luz

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Indisciplina Na Escola

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O quarto de Jack

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A Magia das chaves

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Gaudi, um romance

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o ladrão de Sombras

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Partes de mim

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História de uma esquizofrenia - Jérémy, sua família, a sociedade

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Maria e Eu

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Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!

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Rafeiro Perfumado: "Are you ladrating to me?!?"

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"Rafeiro Perfumado: a minha vida dava um blog"

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O menino de Cabul

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A Educação na Finlândia: Os segredos de um sucesso

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"Aproveitem a vida"

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"Olha-me nos Olhos"

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"Einstein nunca amou"

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"Mais alto do que as palavras"

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Temos de falar sobre o Kevin

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Os Mistérios do Sono

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Quem mexeu no meu queijo

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Aprender Juntos para Aprender Melhor

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A criança que não queria falar

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Domesticar a hiperactividade e o défice de atenção

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Síndroma de Down: Leitura e Escrita

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Inclusão - Um guia para Educadores e Professores

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O jardim de infância e a família

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Organização da componente de Apoio à Familia

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Contributos para o estudo das práticas de Intervenção Precoce em Portugal

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O segredo das crianças felizes

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Crianças (e pais) em risco

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Comportamentos e estratégias de actuação na sala de aula

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Educar com os pais

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A Criança e o Medo de Aprender

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Hiperatividade Eficaz

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A criança e o psicólogo

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A matemática no pré escolar

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A experiência motora no meio aquático

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Problemas de alimentação na criança

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A Intervencão Precoce e a criança com Síndrome de Down

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Educar, promover, emancipar - os contributos de Paulo Freire e Rui Grácio para uma Pedagogia Emanci

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Da investigação às práticas

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Valores Educativos, Cooperação e Inclusão autor: Ramos Leitão(Salamanca 2010)

Ouvindo o silêncio

O estranho caso do cão morto

Mal entendidos