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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Grande reportagem SIC - Os 5 regressam à escola
Vi esta reportagem, ao contrário de muitas outras com percursos e caminhos possíveis. Onde a escola faz a diferença. Resolvi partilhá-la aqui pela forma como me sensibilizou.
Os 5 Regressam À EscolaFugiram da escola por desinteresse absoluto. Aos 12 anos exigiam vida sem regras, sem espartilhos. Divorciaram-se do sistema anos a fio, sem que os organismos do Estado que tutelam a infância lhes seguissem o rasto. Assumiram comportamentos marginais, fizeram-se homens e mulheres à pressa, carregados de rotinas pesadas que lhes baralharam a vida ainda em projecto.
Os 5 Regressam À EscolaFugiram da escola por desinteresse absoluto. Aos 12 anos exigiam vida sem regras, sem espartilhos. Divorciaram-se do sistema anos a fio, sem que os organismos do Estado que tutelam a infância lhes seguissem o rasto. Assumiram comportamentos marginais, fizeram-se homens e mulheres à pressa, carregados de rotinas pesadas que lhes baralharam a vida ainda em projecto.
Os 5 regressam à escola conta a história de três meninas e dois rapazes entre os 16 e os 19 anos que foram, de novo, enquadrados no sistema. Na escola vestiram-lhes um fato à medida, integraram-nos no PIEF, o Plano Integrado de Educação e Formação.
A Jéssica, açoriana do Nordeste, adormeceu na infância e tarda em acordar. Regressou à escola e conquistou uma âncora firme;
A Joana, nasceu e cresceu no Bairro do Cerco, no Porto. Cumpriu as rotas do bairro, associadas à marginalidade. Um juiz institucionalizou-a numa Associação de Castro Verde. Regressou à escola, e é das melhores alunas do PIEF local;
O André e o João deixaram a escola aos 12 anos sem que a família ou o Estado os fizessem regressar. A SIC assistiu ao regresso, 5 anos depois, no caso do André, 4, no caso do João. Mesmo sendo o PIEF um fato à medida, ainda não é possível perceber o tamanho que serve a ambos;
E por fim Patrícia. A rebelde Patrícia, em quem ninguém tinha mão, foi empurrada para o PIEF de Macedo de Cavaleiros e o milagre aconteceu.
Os 5 Regressam à escola é uma Grande Reportagem de Pedro Coelho e Luís Pinto (imagem); edição de imagem Ricardo Tenreiro; grafismo Cláudia Ganhão; produção Isabel Mendonça.
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Alunos PIEF,
Educação.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Pais reagem bem mas há quem receie "moda"
"Mais um caso de nacional-sexualismo que se tenta impor às crianças". É assim que reagem, a Fábio e Nuno, os pais da Plataforma Resistência Nacional (RN), a mesma que contesta a aplicação da Educação Sexual no sistema público de ensino. Para o porta-voz do colectivo, Artur Guimarães, "há a tentativa de se impor a homossexualidade às pessoas".
"Tenho seis filhos e não posso metê-los na escola privada. Estão na escola pública, para onde avança a Educação Sexual. Aqui é uma série de televisão, logo, posso desligar", diz, frisando "ser lamentável que uma operadora de televisão ponha, à tarde, um produto no mercado com tais características". "A questão da homossexualidade não é tabu. Mas quer dar-se a ideia de que é uma moda", conclui.
"Não há invenção da realidade"
A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) acredita que a série juvenil cumpre a sua obrigação de retratar a realidade, ao incluir um casal gay.
"Enquanto cidadãos, numa sociedade que se quer plural, temos de respeitar e merecer o respeito dos outros. Não me parece chocante as nossas crianças encararem outra orientação sexual", admite Albino Almeida, presidente da organização. "Espero que essa novela, que num passado recente já teve algum episódios que condenámos, principalmente em matéria de violência, mantenha o que tem vindo a revelar e bem: outras realidades sociais", acrescenta.
Opinião partilhada por Margarida Lima Faria, da Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual (Amplos), que defende a necessidade de "habituar os espectadores a ver nessas plataformas [televisão] exemplos reais". "Não estamos a inventar uma realidade que não exista. No fundo, o que se pretende é que estas e outras personagens aparecem de uma forma natural, tendo reacções naturais de afecto", refere.
A socióloga, que criou a Amplos para apoiar os pais que lutam pelos direitos dos seus filhos homossexuais, sublinha ainda o peso que esta produção tem junto dos mais novos: "estes jovens actores, devido às suas personagens, contam com um carisma enorme".
"É importante que se saiba que os nossos filhos, amigos, conhecidos, que se fecham em si mesmo, devido à sua orientação sexual, verão alguém como eles a ser feliz. Não queremos influenciar os actos criativos mas é bom que apareçam estas personagens, por isso mesmo", garante.
NUNO MIGUEL ROPIO
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1592611
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Petição para redução de alunos por turma
O Movimento Escola Pública (MEP) vai entregar hoje na Assembleia da República (AR) a petição que defende a redução do número de alunos por turma e que superou as 18 mil assinaturas. O documento vai ser entregue ao presidente da AR, Jaime Gama, e os promotores esperam agora que partidos apresentem iniciativas legislativas sobre a questão. A proposta do movimento prevê que do 5.º ao 12.º anos as turmas passem de um número máximo de 28 alunos para 22, e no ensino pré-escolar e 1.º ciclo de 24 para 19 alunos. "Esperamos agora que a proposta possa fazer o seu caminho em matéria legislativa e que venha a ser uma realidade em Portugal. São necessárias medidas como esta para combater de frente o insucesso escolar", declararam ontem, em comunicado.
O objectivo inicial do movimento era superar as quatro mil assinaturas, número mínimo para que a petição fosse apreciada em Plenário da Assembleia. A recolha de assinaturas acabou por superar "largamente" a expectativa dos promotores: cerca de 17 mil foram recolhidas na Internet e as outras mil em papel.
No Parlamento, o CDS-PP já se mostrou favorável ao princípio da redução do número de alunos por turma e o PCP e o Bloco de Esquerda deverão mesmo aproveitar o debate parlamentar sobre a petição para apresentar iniciativas legislativas que concretizem a medida. Já PS e PSD mostram-se mais relutantes em relação à proposta por considerarem que o excesso de alunos por turma já não é um problema central do sistema educativo.
in: http://www.publico.pt/
08.06.2010 - 09:05 Por André Jegundo
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Educação.,
Politicas educativas
quarta-feira, 31 de março de 2010
Lançamento do livro "Dom Leão e Dona Catatua"
Hoje, dia 31 de Março, durante a tarde decorreu no Centro Cultural de Cascais a sessão de lançamento do livro "Dom Leão e Dona Catatua", da Colecção 4 Leituras.
Amante da escrita e da divulgação de eventos e momentos como estes são para mim fundamentais divulgar.
Desde que me conheço a mim própria como profissional tentei beber cada destes momentos. Registá-los na memória e no posterior referencial escrito. Tem sido assim para algumas publicações em suporte de papel e paralelamente neste blog.
Porém, recentemente, tenho tido a honra de ter colegas fabulosos, que me têm facilitado a tarefa de que nos tornámos cumplices.
Um dos exemplos é o que se segue, que retirei da integra do blog de um desses meus colegas fantásticos que publica as noticias com uma rapidez espantosa. Resumo que subescrevo, evidentemente!
"Era com grande expectativa que aguardava o lançamento deste livro devido à qualidade dos dois livros lançados anteriormente, "O Segredo do Sol e da Lua" e "Gato Gatão, Poeta de Profissão", todos da responsabilidade da Editora Cercica.
A sessão começou com um momento mágico, a representação, da história, por parte de um grupo de alunos surdos do Agrupamento de Escolas Dr. Sousa Martins. Foi um momento delicioso, cheio de qualidade, que engrandeceu a tarde e "deu brilho" à sessão.
De seguida seguiu-se o protocolo, deu-se a palavra à autora, à ilustradora e aos patrocinadores, colaboradores e parceiros na dinamização/criação do Livro e de toda a colecção.
Esta colecção tem tido o apoio do Ministério da Educação e é muito bem-vinda, pela sua qualidade e pertinência. É um conjunto de livros "acessível a todos" e que está disponível em 4 formatos diferentes:
- Versão escrita com DVD interactivo que inclui versão áudio;- Versão adaptada em Símbolos Pictográficos para a Comunicação (incluida no DVD interactivo);
- Versão em Língua Gestual Portuguesa (incluida no DVD interactivo);
- Versão em Braille e em formato Daisy.
Para terminar apenas posso dizer, Excelente inicativa, Excelente livro!
Fico a aguardar para onde foi o Vento Maroto...Não perderei o próximo livro!"
retirado na integra de: http://gritodemudanca.blogspot.com/
Para aquisição deste livro:
www.editoracercica.com ou
Rua Principal 320-320A Livramento 2765-383 ESTORIL
Tel 21 465 85 90
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Os livros que se seguem apresentam as minhas opiniões sobre os mesmos. Exclusivamente o meu "ponto de vista". EC


