Depois da leitura do primeiro livro, do qual escrevi um post, aqui fica a minha opinião sobre “Are you ladrating to me?”
Enquanto o primeiro livro constitui uma reunião de posts publicados nos seu blog, este livro é o reflexo de um canino mais crescido e mais organizado. Tudo arrumadinho por capítulos, embora com algumas falhas a matemática na omissão de um capítulo (vão ter que ler o livro para perceber).
Temáticas como os transportes, tecnologias, sexo, critica social, política, divagações, expressões comuns e miscelâneas de outros assuntos, são as cenas de caricatura do quotidiano em que já todos nos confrontámos, mas que o Rafeiro não só ousa abordar, como falar delas com bom humor.
Desenganem-se quem pensa que o Rafeiro sai imune às críticas que faz. Ele próprio se assume como personagem principal do sistema humorístico que aborda, quanto mais não seja pelo remate final de cada texto que escreve. Volto a referir, tal como no primeiro livro, que, para além da abordagem humorística sobre o que escreve, o autor tem a excelente capacidade de nos "perturbar" e agitar a massa encefálica (aqueles que a a possuiem, claro está), questionando e reflectindo sobre os nossos comportamentos e atitudes.
Confesso que não sei de que livro gostei mais. Ambos se completam e reflectem um Rafeiro, observador e atento ao seu redor, com faro para detectar as simples coisas da vida, que muitos já viveram mas não tiveram a coragem para "ladrar" sobre o assunto!
Aguardo o próximo livro!
EC
Desenganem-se quem pensa que o Rafeiro sai imune às críticas que faz. Ele próprio se assume como personagem principal do sistema humorístico que aborda, quanto mais não seja pelo remate final de cada texto que escreve. Volto a referir, tal como no primeiro livro, que, para além da abordagem humorística sobre o que escreve, o autor tem a excelente capacidade de nos "perturbar" e agitar a massa encefálica (aqueles que a a possuiem, claro está), questionando e reflectindo sobre os nossos comportamentos e atitudes.
Confesso que não sei de que livro gostei mais. Ambos se completam e reflectem um Rafeiro, observador e atento ao seu redor, com faro para detectar as simples coisas da vida, que muitos já viveram mas não tiveram a coragem para "ladrar" sobre o assunto!
Aguardo o próximo livro!
EC
Para aguçar a curiosidade, um excerto da contra- capa:
“A vida, ou a forma como a encaramos, dá-nos duas alternativas: gozar com ela ou ser gozado por ela. Gosto de pensar que os textos do Rafeiro Perfumado são um exemplo da primeira alternativa: encarar a vida como um gigantesco jardim infantil, onde até nas contrariedades podemos encontrar motivos para sorrir, nem que seja de nós mesmos. Claro que alguns dos nossos «companheiros de brincadeira» mereciam uns açoites e mereciam ficar a um canto com orelhas de burro, mas no fundo, muito no fundo, a vida sem imbecis que nos façam rir seria bem enfadonha. As decoração da casa, as peripécias ocorridas nas férias e as frequentes picardias entre homens e mulheres, tudo serve de inspiração ao Rafeiro Perfumado que procura explorar os pequenos detalhes que a loucura do dia-a-dia não nos deixa perceber facilmente. E, convenhamos, um livro que emprega palavras como «peidola» ou «glândulas mamárias» só pode reflectir um grande poder de observação do seu autor. E o leitor? Qual será a sua escolha? Gozar a vida ou ser gozado pelo Rafe..., perdão, ser gozado por ela? Espero que a leitura deste livro o elucide definitivamente."
