domingo, 18 de julho de 2010

A importância das TIC na promoção de uma escola inclusiva



José António Rêgo
2010-06-28




Tornando nosso um "velho" sonho de Tom Stonier, um dos precursores das TIC na educação, "gostaria de assegurar que todas as crianças do mundo tivessem direito a um sistema computacional em rede... e a uma avó".


A designada "escola inclusiva" ou "escola para todos" tem, nos últimos anos, merecido a atenção de muitos organismos, entidades e personalidades nacionais e internacionais que, à luz de crescentes "movimentos" socioeducativos, teceram inúmeras (e importantes) reflexões e recomendações que visam, por um lado, adequar o processo de ensino e aprendizagem às características e singularidade de cada criança ou jovem, e, por outro, criar condições humanas, físicas e materiais que permitam uma participação efectiva e plena de todos os indivíduos na escola e na sociedade. Deste modo, e tendo em consideração, entre outras, as recomendações da Comissão das Comunidades Europeias no que diz respeito à info-inclusão, o enfoque é tanto maior quanto mais acentuadas são as dificuldades e/ou deficiências de que o indivíduo é portador.

Sendo certo que é hoje perfeitamente consensual que as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) se constituem como uma "mais-valia", nos mais variados níveis de todo o processo de ensino e aprendizagem, não podemos deixar de parafrasear Radabaugh (1993) quando refere que, "para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis; para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis". Por conseguinte, e perante alunos com necessidades educativas especiais, com limitações em variados domínios, uma das questões fundamentais a ter em conta, consiste em perspectivar o valor das tecnologias no seu processo educativo, como ferramentas que facilitam a comunicação e o acesso à informação, e que permitem, igualmente, o desenvolvimento de capacidades e competências funcionais.

Tornando nosso um "velho" sonho de Tom Stonier (1988), um dos precursores das TIC na educação, que "gostaria de assegurar que todas as crianças do mundo tivessem direito a um sistema computacional em rede... e a uma avó", desenvolvemos uma investigação sobre a importância das TIC na promoção de uma escola inclusiva.


O estudo realizado baseou-se no desenvolvimento e aplicação de um questionário, respondido por cento e treze docentes de educação especial a leccionar em escolas/agrupamentos de escolas do distrito de Coimbra no ano lectivo de 2008/2009, onde se pretendeu averiguar as opiniões dos docentes face aos princípios da educação inclusiva; conhecer a utilização pessoal que os docentes fazem das TIC e identificar a frequência, o tipo de equipamentos e tipo de software que os docentes utilizam com alunos; percepcionar as opiniões dos docentes face às vantagens e dificuldades na utilização das TIC em contextos educativos; identificar o tipo, forma e duração da formação obtida em TIC e em contexto da educação especial; e auscultar os docentes de educação especial sobre medidas que visem melhorar a utilização das TIC na escola inclusiva.

A análise dos dados obtidos permitiu-nos obter resultados favoráveis aos princípios da escola inclusiva e à utilização das TIC em contextos educativos. Dentre outros aspectos, pudemos constatar que os docentes, de uma maneira geral, "utilizam o computador com muita frequência, para realizar múltiplas tarefas" da sua vida pessoal e profissional (93,8%) e que a sua utilização com alunos é feita "algumas vezes" e "quase sempre", por 45,0% e por 38,7%, respectivamente, dos docentes da amostra. No entanto, pudemos verificar que a utilização de equipamentos periféricos ao computador (hardware adaptado e específico) e de "software de educação especial" é ainda muito baixa, aspecto que poderá estar relacionado com o facto de a larga maioria dos docentes possuir "nenhuma" (49,6%) ou "pouca" (28,3%) formação em TIC aplicadas à educação especial.

Por último, é importante referir que os resultados alcançados nos permitiram validar as nossas hipóteses de investigação, contribuindo assim para determinar a importância das TIC na promoção de uma escola inclusiva. Assim, e entre outros aspectos, para além de subscrevermos as principais conclusões e recomendações de organismos nacionais e internacionais no âmbito da educação inclusiva e da utilização das TIC na escola inclusiva, a nossa investigação permitiu-nos concluir que, os docentes de educação especial do distrito de Coimbra com melhor opinião face à educação inclusiva, que atribuem maior importância às TIC na promoção de uma escola inclusiva, mais novos e com menos tempo de serviço tendem a evidenciar melhor opinião perante a utilização das TIC em contextos educativos. Paralelamente a estas conclusões, foram tecidas algumas recomendações que se traduziram em sugestões/respostas dadas pelos docentes, as quais, pela sua pertinência, consideramos importante divulgar:


Mais formação em TIC, sobretudo em TIC aplicada à educação especial;

Mais e melhores equipamentos informáticos e mais material adaptado e adequado às crianças e jovens com NEE;

Mais software específico para o trabalho com alunos com NEE de carácter permanente;


Melhoria no acesso à Internet;

Melhores condições de funcionalidade;

Existência de planos de acção das TIC na educação especial;

Mais equipas de apoio/centros de recursos no âmbito das TIC na educação especial ou existência de centros de recursos na própria escola;


Melhorar a motivação dos docentes;

Melhorar a actualização/manutenção do material informático;

Maior produção de conteúdos didácticos.

Por último, e numa perspectiva de assunção das responsabilidades, foi ainda sugerido que houvesse uma "maior aceitação da responsabilidade do professor pela sua própria aprendizagem e desenvolvimento em TIC" e que se verificasse "maior sensibilidade por parte das estruturas organizacionais e de liderança do nosso sistema educativo".

in:
http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=7803CEAC76273686E0400A0AB8002553&opsel=2&channelid=0/

terça-feira, 13 de julho de 2010

Projecto Tardoz - 22Julho - 22h no Rock in Chiado















Um pequeno prenúncio para os ainda indecisos.  Eu “roadie” me confesso!
Isto de ser “roadie” dá realmente muito trabalho e prazer. Diria mesmo que há uma proporção directa entre ambos. Por detrás de toda a preparação há discussão, barulho, confusão, papel, procura, descoberta, enervamento, gastos, enfim… um sem número de situações que, se tenta nunca cheguem a quem do outro lado vê e escuta em cerca de hora, hora e meia, aquilo que demorou longos dias a preparar. Depois do pano cerrado “tudo volta à estaca zero”! E o ciclo do processo criativo reinicia-se de novo, não importa com que espaçamento temporal entre as várias actuações.

Mas há algo que (e perdoe-me o público sedento de música), apenas eu e só eu, numa soberba que a minha humildade não deveria permitir, mas que, em vulgar humano egoísta me torno, já tive acesso ao espectáculo antes de vós. E isso não há nada no mundo que pague. Esse prazer intemporal que me assiste, só a mim diz respeito e o poder criador do artista, enquanto a génese criadora de processa, só eu tenho o direito e o dever de observar. E isso meus caros é há algo que vocês não têm o direito de possuir.

Contudo, o momento musical que vos chega, trazido em bandeja do mais refinado metal, resume o que de melhor alguma vez poderão escutar e, garanto-vos, tudo condignamente preparado para que o trabalho anterior, por árduo que seja, não vos distraia a mais pequena fracção de tempo, do que o artista considera essencial. Mas, e desculpem-me outra vez a minha postura altaneira, o que ficou para trás é fabuloso. E a isso meus caros, só eu tenho direito.

Nesta noite de “trip hop” progressivo, fortuna me diz que quem não for irá perder algo de inovador. É bom que não faltem, pois momentos únicos como este nunca se repetem duas vezes da mesma forma, qual alegoria grega: “Não te banharás duas vezes na água do mesmo rio” (Heraclito de Éfeso).
Da parte do “roadie”...
PJAlmeida

Rock in Chiado Café
Rua Paiva de Andrade 7/13 


1200-310 Lisboa
Tel. (351) 21 3464859

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Matilde Rosa Araújo

A escritora Matilde Rosa Araújo faleceu ontem de madrugada, na sua casa, em Lisboa, aos 89 anos.








Entre outros poemas escreveu:


"Que o silêncio
Verde
Da floresta
Não saiba nunca
O silêncio
Negro
Das cinzas"

Matilde Rosa Araújo


E agora como ficamos nós com este silêncio imenso?...
EC

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Educar

Em final de ano lectivo, ainda com crianças mas muito mais com papel, fica a reflexão...A forma de educar e como se entende a educação. Espectacular este video mostra claramente a importância de um olhar significativo.
Poemas e fotos de Rubem Alves

Pais e professores querem coordenadores de educação especial nas escolas

Pais e professores puseram-se de acordo sobre a urgência de exigir ao Ministério da Educação uma mudança na organização da educação especial. O primeiro passo será criar departamentos específicos para esta área, nas escolas, com um coordenador especializado. O objectivo é combater as fragilidades, tanto na sinalização como nas respostas dadas aos quase 32 mil alunos com necessidades educativas especiais (NEE).

A iniciativa foi revelada por Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), após uma reunião com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) realizada ontem, na qual também foi debatida a reorganização da rede escolar que o Governo aprovou.

Segundo Albino Almeida, a criação de departamentos dedicados à educação especial foi "um dos pontos de entendimento" entre as organizações, e é encarado como "uma medida de fácil aplicação" pelo Governo, até porque "não implica necessariamente um aumento da despesa".

Os departamentos são serviços das escolas que organizam a oferta pedagógica dos diferentes grupos de disciplinas (por exemplo: as línguas e as ciências exactas), liderados por um professor coordenador da área.

Actualmente, a educação especial não tem um departamento específico, sendo, conta Manuel Rodrigues, da Fenprof, "muitas vezes integrada pelas escolas no grupo das Expressões, a par da Educação Física ou da Educação Visual".

Uma situação que, considera Albino Almeida, afecta a capacidade de "organização da resposta" às necessidades dos estudantes.
"No cenário actual, muitas vezes há um aluno com determinadas características como a dislexia, que são detectado por um professor, depois a informação é transmitida à direcção da escola, que a encaminha para as unidades especializadas de apoio", explica. "Só depois é que é organizada uma resposta que muitas vezes é tardia e insuficiente."

Com um coordenador, considera, "a sinalização seria feita mais cedo, e sobretudo melhor".

E a "resposta adequada" - que provavelmente implicaria um aumento dos alunos apoiados - até poderia ser dada "recorrendo a outros técnicos, como os que as autarquias podem facultar através dos seus fundos sociais" e "do melhor aproveitamento e formação dos professores. "Neste momento, a Dislex, uma entidade apoiada pelos pais e por cientistas, está a oferecer 50 horas de formação aos professores", ilustrou.

Para Manuel Rodrigues, a "eventual criação deste departamento pelo ministério da Educação, há muito exigida pela Fenprof, seria certamente positiva". Porém, o sindicalista tem mais dúvidas de que a medida, por si mesma, fizesse a diferença.

"Seria um passo muito tímido, há milhentas coisas que é preciso alterar para que a escola seja realmente inclusiva", defende. "Nós temos preparado um conjunto de medidas para propor ao Ministério onde, desde logo se questiona a utilização da Classificação Internacional de Funcionalidade como meio de sinalizar os alunos. Defendemos também o fim da lógica das escolas organizadas por deficiência e defendemos a necessidade de mais professores e mais formação", descreve.

A utilização da CIF é também considerada "insuficiente" pelos pais, que lembram os "estudos internacionais apontando para uma prevalência da ordem dos 10% de alunos com necessidades educativas permanentes".
DN online

http://inclusaoaquilino.blogspot.com/

Educação Especial: Presidente da associação de docentes critica avaliação centrada na CIF

O presidente da Associação Nacional de Docentes de Educação Especial saudou hoje a realização da avaliação à reforma deste ensino, mas considerou estar demasiado centrada na Classificação Internacional de Funcionalidade, um instrumento “criado com objetivos economicistas”.
Os resultados parcelares da avaliação em curso sobre a aplicação do decreto-lei que iniciou a reforma do sistema de educação especial nos vários níveis de ensino foram hoje apresentados no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Uma das medidas adotadas no âmbito desta reforma é a aplicação da Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF) na sinalização de crianças com necessidades educativas especiais (NEE).
À margem da conferência, em declarações aos jornalistas, David Rodrigues, presidente da Associação Nacional de Docentes de Educação Especial (ANDEE), saudou a existência de uma avaliação que considera “útil e necessária”, mas que peca por “tardia” e por ser “organizada com base em critérios que deveriam ser outros, não centrados só na CIF, porque a educação especial existe há muitos anos”.

Durante uma intervenção no período aberto ao público, David Rodrigues disse aos responsáveis pelo estudo que esta é uma “avaliação encandeada pela CIF, quando o decreto-lei 3/2008 é muito mais do que isso”.

“É tanto que nós podemos perguntar se não havia já educação especial antes da CIF”, afirmou, lembrando que a educação especial existe há muitos anos e envolve unidades de apoio, unidades de surdos, escolas e equipas de profissionais, entre muitos outros.
 
O presidente da ANDEE lamentou ainda que existam muitas crianças com dificuldades que deveriam ter apoio e não têm.
Para David Rodrigues, “a CIF - joia da coroa do Governo em relação ao ensino especial - é um instrumento que serviu num momento específico um objetivo economicista”.

Entrou em vigor em 2008 o decreto-lei que reformou a educação especial em Portugal e definiu que os alunos com necessidades educativas especiais (NEE) passassem a ser sinalizados de acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF).
 
A responsável pela avaliação externa da reforma da educação especial fez hoje um balanço positivo, considerando que a maioria das escolas se está a adaptar ao novo modelo, embora reconheça a existência de dificuldades.

Salientando que os resultados hoje divulgados não são conclusivos (previstos só para o final do ano), Manuela Sanches Ferreira afirmou, no entanto, que há “muitas escolas com problemas de adaptação à legislação, mas na generalidade foram capazes de mudar” de um modelo mais médico (de diagnóstico) para um modelo de participação.

2Julho2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Dedicatória



Eu que falo, pelos cotovelos, às vezes, raramente é certo, fico sem palavras. Hoje é um desses dias.
Dedico àqueles que movem montanhas e que, acreditam que apesar de um longo caminho, é de pedras que os caminhos se fazem.
  Os bons acasos da vida... que fazem de momentos simples um significado imenso nas nossas vidas.

Leituras

Leituras
Os livros que se seguem apresentam as minhas opiniões sobre os mesmos. Exclusivamente o meu "ponto de vista". EC

Para além do óbvio- Histórias sociais

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Autismo

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30 anos, 30 pessoas, 30 histórias

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Índice médio de felicidade

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Eu até sei voar

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Mágoas da Escola

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CINCO PAIS NATAIS E TUDO O MAIS

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Deixa-me entrar

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Caderno de Tóquio

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Le goût des glaces

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Não os desiludas - histórias da escola

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Eu quero Amar, Amar perdidamente

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A ferramenta que faz os contos

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A arte de ensinar

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O Futuro da Escola Pública

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A inclusão nas escolas

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Crianças em Risco VOL 4

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A vida na porta do frigorífico

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O mundo segundo BOB

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A Saga de um Pensador - O Futuro da Humanidade

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A intuição leitora, a intuição narrativa

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Tu tens direito

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Políticas educativas em Portugal

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Mafaldisses - crónica sobre rodas...

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Todas as cores do vento

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Prisioneiro em mim

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Crónicas do avó Chico

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PSICOMOTRICIDADE – Jogos facilitadores de aprendizagem

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Fala Comigo

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Sara, A Luz

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Indisciplina Na Escola

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O quarto de Jack

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A Magia das chaves

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Gaudi, um romance

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o ladrão de Sombras

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Partes de mim

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História de uma esquizofrenia - Jérémy, sua família, a sociedade

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Maria e Eu

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Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!

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Rafeiro Perfumado: "Are you ladrating to me?!?"

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"Rafeiro Perfumado: a minha vida dava um blog"

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O menino de Cabul

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A Educação na Finlândia: Os segredos de um sucesso

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"Aproveitem a vida"

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Quem mexeu no meu queijo

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Crianças (e pais) em risco

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Educar com os pais

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Valores Educativos, Cooperação e Inclusão autor: Ramos Leitão(Salamanca 2010)

Ouvindo o silêncio

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Mal entendidos