quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Poesia de José Fanha



Este livro recentemente editado reúne a poesia de José Fanha. No seu lançamento feito no Corte Inglês a 31 de Janeiro de 2013, Fernando Pinto do Amaral referiu-se ao poeta como um Homem de grande generosidade. 


Mencionou este livro como um tributo a uma geração, homenagem aos autores que o marcaram e a uma mistura visível das artes nos poemas que escreve. Referiu a notória afetividade social mas com muita esperança através da entrega de cada um de nós, devolvendo esperança ao ser humano. Porque como salientou ainda o prelector, a poesia só tem sentido se percebermos que fazemos parte de um ciclo. 

José Fanha por seu lado agradeceu a Adelino Castro (editor: Lápis de Memória) a confiança num livro "equilibrado e que se equilibra..." acrescentando que deseja que a sua poesia seja útil, mesmo quando não estiver cá e for para o mar...
"Precisamos de quem nos leva pela mão" - disse - na busca da procura de um sentido transcendente para a nossa existência. Porque "a vida é um navio"...
Viaje-se pois neste livro de que nos leva por caminhos poéticos "eternamente a navegar".
Constitui pois um relicário da obra de José Fanha, uma obra a não perder de um indivíduo multifacetado em atividades com uma dedicação especial às artes e à poesia em especial.
Um privilégio conhecer o poeta, aprender com ele e possuir agora um livro recheado de poemas que abraçam o mundo.

ECSilva

Partes de mim


Partes de mim
Carlos Melo Santos (2012). Chiado Editora

Este livro despretensioso chegou-me às mãos pelo próprio autor. Tributo de generosidade pela vida e apreço pelas coisas pequenas que nela partilhamos mas tão cheias de significado.
Percorrendo a poesia que preenche esta obra, revela talvez, o autor, mas sobretudo, em minha opinião, o desconhecido de nós próprios. O que nos vai na alma, o que sentimos enquanto seres na busca incessante das nossas características individuais e coletivas.

Porque buscamos a nossa diversidade:

"Ser normal é!
É não ser 
Como os outros querem
Que seja!"  in: Força do ser(pg 92)

Porque ansiamos viver cada momento:

"A vida
Pode tudo segredar
Pode tudo adormecer
No escasso
vazio do tempo
Até mais não ser." in: Não acontecer (pg. 87)

Porque possuímos os nossos anseios:

"Sou um tempo velho
Que passa num regresso
Velho, sensível,
Música presa na vida.
Sou um não querer ser. in: Visita (pg 55)


Porque pretendemos preservar a memória e renovar-nos: 

"Da varanda de meus dedos
É que meus olhos
Escrevem tudo
O que há-de nascer de novo. (pg. 99)

Um tributo à vida e à poesia que nela encerra. Um Obrigada amigo ao autor!

ECSilva

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Sigur Rós em Portugal


Sigur Rós

é uma banda islandesa de post-rock, com elementos melódicos, clássicos e minimalistas. O nome, em islandês, significa "rosa da vitória", e pronuncia-se "si ur rous", ou ['sɪɣʏr rous].

O grupo Islandês realiza dois concertos em Portugal este mês de fevereiro.

 
Os concertos estão marcados para 13 de fevereiro no Coliseu do Porto, e dia 14 no Campo Pequeno, em Lisboa.

A banda vem apresentar Valtari, editado em maio último.
 
                  

 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Esta gente...


Foto ECSilva

 
É curioso visitar o interior e norte de Portugal durante o mês de Agosto e ouvir falar os falsos franceses.
Confuso?
Eu explico, os emigrantes que voltam de férias à sua terra natal mas que parecem envergonharem-se de falar a língua de Camões. Porém em terras francesas o mesmo acontece, pois um emigrante ao ver um seu conterrâneo de visita àquele país não parece provocar o espírito de patriotismo ou solidariedade, bem como mais uma vez a recusa de falarem na língua materna, tirando obviamente algumas afortunadas excepções ou mesmo aquelas mais eufóricas que se revelam com saudades da pátria e espírito de mutualidade.
Gostamos pouco do que é nosso, já Camões afirmava “Esta gente portuguesa o nada estrangeiro estima, o muito dos seus despreza”.
Foi de facto uma indicação arrebatadora de patriotismo o que o Euro 2004 nos proporcionou, (embora com algumas pequenas decepções de desagrado por conseguirmos apenas um honroso segundo lugar), podemos constatar o optimismo duma nação quando está em sintonia.
Porém, podemos verificar também o pouco que a nação mostrou saber sobre si própria, senão vejamos o exemplo de quem desconhecia o hino, os imensos exemplos da incorrecta colocação das bandeiras, colocadas nas janelas por todo o país, ou mesmo o total desconhecimento do significado dessa tão hasteada bandeira. Surge só agora, (resta-nos o consolo de, como diz o ditado, mais vale tarde do que nunca), a curiosidade pela bandeira, não fosse ela alvo de tantas mutações, resultado da exacerbada procura da mesma.
O fado português é triste, mas bem mais triste é o pouco orgulho que temos de nós próprios, um país que para além da epopeia dos descobrimentos realiza enormes eventos, só como exemplo, uma Expo Universal em 1998 e o Euro em 2004, o país de variadíssima gastronomia e doçaria, da música, da literatura. Isto apenas alguns exemplos e temos continuamente uma amargura e um desacreditar em nós próprios. É certo que vivemos momentos conturbados numa sociedade complexa e turbulenta, uma sociedade em constante alteração e mutações de diversas índoles.

A cultura de um povo é fundamental para a transmissão de valores que se passam de geração em geração, e nem sempre se questiona sobre essa cultura ou se ambiciona pelo saciar (pela satisfação) do conhecimento.
Em educação as coisas também não são muito diferentes, move-nos as contestações, o espírito imbuído de que no nosso relacionamento com as gerações mais novas ajudamos a mudar o mundo, mas quando questionados sobre questões educacionais dividimo-nos nas opiniões, e a reciprocidade entre profissionais oscila entre as dúvidas e as certezas pouco convincentes. Para além claro da pouca partilha, parece que saber é poder, quando deveria ser saber é partilhar, pois só desse modo ficaríamos todos a ganhar nomeadamente as crianças.
Claro que são opiniões extremistas, mas não são realidades assim tão pouco frequentes e que é urgente modificar. O que nos move a adoptar um método, um modelo pedagógico ou um sistema de avaliação não pode ser uma razão de reciprocidade e muito menos aleatória, tem que ser muito mais do que isso, tem que ser questionada a razão das nossas escolhas e o porquê das nossas decisões e nem sempre reflectimos sobre essas escolhas ou sobre a nossa “rotina” adoptada. Até nas nossas práticas, sabemos pouco sobre nós próprios. E mais, por vezes, agimos sem a mínima convicção do que fazemos, agimos por intuição. Não fica mal, a qualquer mortal o desconhecimento, mas o pior é não procurarmos a informação.
São as pessoas que fazem as diferenças e cada gesto reflecte-se não só na forma como apadrinhamos o que nos rodeia, como também consequentemente interfere nas crianças com quem trabalhamos. Para isso não basta o hastear da bandeira. É preciso ir mais além e questionar cada passo que nos motiva a caminhar no labirinto das nossas vidas. Não é só optar entre a cara ou coroa da moeda que jogamos, é conhecer o que representa cada face dessa moeda.
É necessário procurar a informação, para que desse modo se intervenha com fundamento. Homem ignorante, não pode de todo ser feliz, a menos que não tenha a pretensão de agir em comunidade!
Partilha-se com quem deseja receber….
Só em partilha, dando mais do que se espera receber, é possível fazer da nossa sociedade educativa e não só, um bom motivo para acreditarmos que é na constante aprendizagem e permanente reflexão, que contribuímos para essa mesma comunidade da qual fazemos parte.
Porém, também é verdadeiro, que só conseguimos partilhar com quem deseja receber. “Pobres” de espírito, aqueles que consideram que já sabem tudo e não têm mais nada a aprender, sabendo-se que é essencialmente na reflexão e na partilha sobre a construção da identidade dos profissionais de educação, que se constrói uma profissão e uma educação mais qualitativa.
É imprescindível preservar e estimular permanentemente o conhecimento, sendo indispensável ousar, e sobretudo reflectir, no intuito do desenvolvimento, elevando continuamente, assim a qualidade das nossas práticas. Hasteamos assim a nossa bandeira pedagógica reflectindo sobre as consequências, no seu efeito e na sua razão de existir. Só desse modo podemos elevar a qualidade das nossas práticas.
Para além disso é fundamental continuar a hastear a bandeira deste país, não só pelo futebol, mas por toda a sua história e cultura de um povo que nem sempre olha por si.
 
Elvira Cristina Silva
 

Hiperatividade Eficaz

Hiperatividade Eficaz
Razera, G. (2001), Hiperatividade Eficaz: Uma Escolha Consciente. Rio de Janeiro: Instituto Internacional de Projeciologia e Consciencologia.
 
Livro composto por duas partes – Análise da Síndrome, com contribuições da área da psicologia e psiquiatria e outra parte com uma visão da ciência consciencial
Apela para a consciencialização da doença e saber viver com ela de forma proveitosa. Remete para diversos autores que abordam o assunto e endereços na internet.
Inclui ainda entrevista com a autora.
ECSilva        

Da investigação às Práticas

Da investigação às Práticas
Da investigação à prática - estudos de natureza educacional (2000), Lisboa,
Escola Superior de Educação de Lisboa

 
 
 
Esta publicação da Escola Superior de Educação de Lisboa vem incidir num assunto  fundamental que é o da reflexão e questionamento das práticas educativas e dos contextos onde elas ocorrem.
Permite reflectir sobre a importância da inter relação entre prática e teoria numa constante necessidade de ser cada vez mais o profissional envolvido na realidade a assumir a investigação ou ser ele protagonista da mesma, possibilitando uma constante aferição entre a fundamentação teórica e a vivência da prática educativa.
Possibilita a  que mais insistentemente se possa intervir com credibilidade fundamentada, numa pertinência constante de  confirmar o que é do conhecimento e prática comum num assunto cíentifico que conduz à reflexão.
A referida publicação conta com cinco participações, abordando diferentes temáticas bastante relevantes,  como é o caso, por exemplo, do trabalho de Fernando Serra, que nos apresenta uma abordagem sócio-política e contextualização das transformações ocorridas após a revolução de 25 de Abril de 1974, na área da educação, nomeadamente a nível do ensino do 1º ciclo.
Partindo dos príncipios político-ideológicos, apresenta as diferentes concepções educativas, revelando assim, as políticas educacionais postas em prática e das condições permissivas face a um contexto sócio - cultural de constante mutação.
A abordagem de um estudo de caso, sobre a importância do ensino de línguas estrangeiras em escola de 1º ciclo tendo em conta a formação dos profissionais nessa área e implicações nas práticas pedagógicas é a proposta de Orlando Strecht Ribeiro.
Maria Emília Nabuco remete-nos para a importância da observação / avaliação em educação de infância,com base em  processos de a efectuar e na utilização de diversos instrumentos, de modo a dar consolidação e mais credibilidade à acção educativa facilitando as aprendizagens das crianças.
O tema da "escola para todos" é abordado no artigo de Maria Teresa Lopes Vieira que tem como objectivo clarificar em termos conceptuais a noção de apoios educativos no âmbito histórico e legal.
A aceitação da diferença e a perspectiva de inclusão reforçam a imagem do professor de apoio educativo como participante activo em todo o processo, constituindo ele próprio, um elemento mediador e facilitador das aprendizagens.
Maria de Lurdes Serrazina foca a pertinência da reflexão sobre a acção educativa.  Com base num trabalho de colaboração com  três professoras do 1º ciclo, é abordada a questão da percepção sentida pelos profissionais para o envolvimento na auto-reflexão  sobre a sua prática, consequente confiança do profissional e envolvimento dos alunos, implicações no processo ensino-aprendizagem, reforçando-se as competências e capacidades adaptativas de mobilidade dos professores.
Recomendo vivamente esta obra de interessantes contributos que nos permite incessantemente conhecer e reflectir sobre as práticas educativas.
                                                                        
Elvira Cristina Silva
 
in: rubrica Prelo CEI 56 (out/dez 2000)


A Intervenção Precoce e a Criança com Síndroma de Down



A Intervenção Precoce e a Criança com Síndroma de Down
Francisco Ramos Leitão (2000). A Intervenção Precoce e a Criança com Síndroma de Down - Estudos sobre Interacção. Porto, Porto Editora.
 
A recente colecção de educação especial da Porto Editora, colocou no mercado mais um livro sobre este tema.
Os contributos para esta obra são a consequência de trabalhos de investigação de mestrado, orientados por Francisco António Ramos Leitão e que abordam em seis capítulos a dimensão social dos padrões comunicativos nas primeiras idades em situação de actividade simbólica em diversos contextos de interacção (mãe-criança, educadora-criança e criança-criança).
O último capítulo, aborda as representações de educadores e outros profissionais, relacionados com a intervenção precoce, no que se refere às práticas de intervenção junto de crianças com necessidades educativas especiais abordando a participação dos profissionais na correlação com  o envolvimento familiar  (obstáculos/dificuldades). Para além de constituir uma obra pertinente reveste-se de todo o seu valor, salientando-se o facto de importância do seu reflexo na área da intervenção educativa.
A actividade lúdica tem sido alvo de diversas investigações. Muito se tem dito e defendido que o jogo é factor de grande importância no desenvolvimento da criança, esta pertinência não exclui as presentes investigações na área da intervenção precoce, junto de crianças  com necessidades especiais educativas.
Também o envolvimento das famílias e as suas interacções na construção de laços emocionais, no contributo para as capacidades comunicativas são uma constante nos objectivos a trabalhar na área da intervenção precoce.
 Os profissionais, leitores deste livro, encontrarão nele uma oportunidade de se actualizar e/ou aprofundar conhecimentos, potenciando, sem dúvida, novas formas de reflexão e de acção com sérias implicações numa pertinente e necessária escola para todos.
 
Elvira Cristina Silva
in: rubrica Prelo CEI 56 (out/dez 2000) 

Leituras

Leituras
Os livros que se seguem apresentam as minhas opiniões sobre os mesmos. Exclusivamente o meu "ponto de vista". EC

Para além do óbvio- Histórias sociais

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Autismo

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30 anos, 30 pessoas, 30 histórias

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Índice médio de felicidade

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Eu até sei voar

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Mágoas da Escola

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CINCO PAIS NATAIS E TUDO O MAIS

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Deixa-me entrar

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Caderno de Tóquio

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Le goût des glaces

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Não os desiludas - histórias da escola

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Eu quero Amar, Amar perdidamente

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A ferramenta que faz os contos

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A arte de ensinar

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O Futuro da Escola Pública

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A inclusão nas escolas

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Crianças em Risco VOL 4

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A vida na porta do frigorífico

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O mundo segundo BOB

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A Saga de um Pensador - O Futuro da Humanidade

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A intuição leitora, a intuição narrativa

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Tu tens direito

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Políticas educativas em Portugal

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Mafaldisses - crónica sobre rodas...

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Todas as cores do vento

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Prisioneiro em mim

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Crónicas do avó Chico

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PSICOMOTRICIDADE – Jogos facilitadores de aprendizagem

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Fala Comigo

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Sara, A Luz

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Indisciplina Na Escola

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O quarto de Jack

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A Magia das chaves

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Gaudi, um romance

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o ladrão de Sombras

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Partes de mim

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História de uma esquizofrenia - Jérémy, sua família, a sociedade

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Maria e Eu

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Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!

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A Educação na Finlândia: Os segredos de um sucesso

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"Aproveitem a vida"

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"Olha-me nos Olhos"

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Quem mexeu no meu queijo

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A criança que não queria falar

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Domesticar a hiperactividade e o défice de atenção

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Síndroma de Down: Leitura e Escrita

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Inclusão - Um guia para Educadores e Professores

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O jardim de infância e a família

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Organização da componente de Apoio à Familia

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Contributos para o estudo das práticas de Intervenção Precoce em Portugal

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O segredo das crianças felizes

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Crianças (e pais) em risco

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Comportamentos e estratégias de actuação na sala de aula

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Educar com os pais

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Hiperatividade Eficaz

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Problemas de alimentação na criança

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A Intervencão Precoce e a criança com Síndrome de Down

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Da investigação às práticas

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Valores Educativos, Cooperação e Inclusão autor: Ramos Leitão(Salamanca 2010)

Ouvindo o silêncio

O estranho caso do cão morto

Mal entendidos