segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Organização da Componente de Apoio à Família



Organização da Componente de Apoio à Família
Graça Vilhena e Maria Isabel Lopes da Silva (2002). Organização da Componente de Apoio à Família. Lisboa: Ministério da Educação - Departamento da Educação Básica – Núcleo de Pré-Escolar.
 
A componente de apoio à família necessita de ser desenvolvida, pois o tempo em  jardim de infância tem dois momentos e finalidades diferentes, e é sobre esses dois tempos que nos fala este livro, porque as crianças não podem fazer  o mesmo todo o tempo. Existe o tempo da intencionalidade  e o da não intervenção directa. Cabe à equipa educativa encontrar formas de organizar a permanência para além do tempo da componente lectiva, noutro tempo e noutro espaço, com outros materiais, tempo concedido de forma diferente com visão clara dos períodos de mudança, enriquecendo-a e adequando-a às características da comunidade a que se destina.
“A animação sócio-educativa  surge como estratégia complementar do sistema educativo e da acção pedagógica e procura reforçar essencialmente o processo de socialização infantil e juvenil” (p.15)
A referida publicação tem como objectivo responder às necessidades sentidas de conceber orientações e materiais de apoio para a implementação da Componente de Apoio à Família, proporcionando a reflexão dos educadores, para adoptarem as decisões mais adequadas à educação e bem-estar das crianças, num tempo dedicado para além dos períodos específicos, onde existam tempos de actividades de animação e apoio às famílias num horário de funcionamento de acordo com as suas necessidades.
Organizar este tempo respeitando desejos das crianças de acordo com os seus gostos, com as suas sugestões e ideias, para garantir um momento de bem-estar e de prazer, mas sobretudo de espaço ao brincar, tendo em conta que o tempo da animação sócio-educativa é menos estruturado, com espaço à informalidade, onde o mais importante é o grau de envolvimento, o tempo de partilha e a satisfação das crianças, do que a preocupação com a aprendizagem.
Elvira Cristina Silva
 
in rubrica Prelo CEI 64 (out/dez 2002)
                                                                                                       

Contributos para o estudo das Práticas de Intervenção Precoce em Portugal



Contributos para o estudo das Práticas de Intervenção Precoce em Portugal
Joaquim Bairrão Ruivo e Isabel Chaves de Almeida (2002). Contributos para o estudo das Práticas de Intervenção Precoce em Portugal. Lisboa: Ministério da Educação - Departamento da Educação Básica – Núcleo de Orientação Educativa e de Educação Especial.
 
A existência da legislação que regulamentava na época (2002) as práticas de Intervenção Precoce no Despacho Conjunto nº 891/99 de 19 de Outubro inspirou-se nos pressupostos modelos teóricos e organizacionais à semelhança do que se pratica nos E.U.A. à diversos anos, num país com uma cultura e tradição diferente do nosso, acrescido ainda de um desenvolvimento científico superior.
Sendo necessário olhar sobre como a prática se encontra ou não dentro das linhas orientadoras de tal despacho o Departamento da Educação Básica do Ministério da Educação, em colaboração com a Faculdade de Psicologia  da Universidade do Porto e o centro de Estudos de Apoio à Criança e à Família do CDSSS de Lisboa, realizou no âmbito do Observatório dos Apoios Educativos, um estudo nacional sobre a realidade portuguesa no que se referia ao atendimento de crianças com necessidades educativas especiais nas faixas etárias dos O aos 6 anos.
Este livro divulga os resultados do referido estudo a partir da análise das respostas ao “Questionário aos Educadores de Apoio Educativo”, bem como permite a reflexão sobre como era feito o atendimento e perspectiva o panorama futuro da Intervenção Precoce em Portugal, que se encontrava (e encontra ainda) distanciado do seu referencial teórico.

Elvira Cristina Silva
in rubrica Prelo Cadernos de educação de Infância nº 64 (Out. Nov.Dez/2002)
             

Inclusão – Um Guia Para Educadores E Professores


Inclusão – Um Guia Para Educadores E Professores
Luis de Miranda Correia e Ana Paula Loução Martins (2002). Inclusão – Um Guia Para Educadores e Professores. Braga: Quadrado Azul Editora.

Tendo como principal objectivo as publicações na área das Necessidades Educativas Especiais, a recém criada editora Quadrado Azul, que tem como coordenador científico o Doutor Luís Miranda, inicia esta colecção com este livro que constitui um forte instrumento de trabalho, para todos aqueles que desejam ver clarificado o conceito e modelo de inclusão, bem como de  recorrerem a diversas informações e estratégias que valorizam e dignificam a diversidade como factor primordial de partilha.
Descreve a evolução histórica da inclusão na sua filosofia e nas vantagens do modelo de atendimento à diversidade. Refere a componente da intervenção na programação educativa. Enumera os princípios gerais para a construção de escolas inclusivas e as parcerias pais/professores na educação da criança com NEE.
Sendo o objectivo deste livro o de proporcionar toda a informação que releva para os pressupostos e atitudes dos profissionais, sabendo-se como é urgente provocar alterações nas atitudes e mentalidades. Este livro aborda não só a questão de reconhecer o aluno com NEE, com o direito de aprender junto dos seus pares atendendo às suas necessidades específicas, bem como evidencia as vantagens para todos os outros, permitindo-lhes ver que todos somos diferentes e que estas diferenças devem ser respeitadas e aceites numa educação actual que deve atender à diversidade e heterogeneidade como factor positivo, respondendo às necessidades educacionais de cada um.
Como o título refere, este livro é um guia, essencial não só para todos quanto acreditam na inclusão e que ela é possível, mas sobretudo para todos os  que desejam implementá-la com sucesso.

Elvira Cristina Silva

In: CEI -Cadernos de Educação de Infância nº63Julho/Agosto/Setembro de2002
   

A criança e o psicólogo em 40 perguntas.


A criança e o psicólogo em 40 perguntas (2001) Gérad Poussin,Lisboa:Climepsi Editores.
 
Psicólogo de profissão, o autor deste livro responde às perguntas mais comuns que qualquer pai faz sobre a importância de um psicólogo na vida da criança. Com algum toque de bom humor este livro fala de coisas sérias, em forma de respostas face a quarenta perguntas, que abordam a generalidade da prática psicológica.
Esta obra, pouco pretensiosa, poderá ser um documento de consulta quer para pais como para todos os profissionais que trabalham com crianças.
 
Elvira Cristina Silva

A Criança e o medo de aprender

 
A Criança e o medo de aprender (2001) Serge Boimare. Lisboa: Climepsi Editores.
 
Serge Boimare, professor especializado e psicólogo clínico, põe em causa ao longo desta obra, todo o sistema e os métodos pedagógicos que desencadeiam o processo ensino/aprendizagem.
Interroga-se "como  é possível que crianças inteligentes, que mostram noutros aspectos, evidentes qualidades de adaptação e de compreensão do mundo que as rodeia, não consigam transferir essas capacidades para o enquadramento da sala de aula?"(p.16). Pergunta ainda "que força misteriosa é que poderá levar crianças inteligentes, preocupadas com os seus interesses, a não utilizarem os meios intelectuais de que dispõem, num local onde tudo isso é particularmente valorizado?" (p.17).
Aborda o sentimento de sofrimento, de crianças e jovens que muitas vezes se traduz em problemas de comportamento que tornam a situação ainda mais pesada e foca a rigidez da relação professor/aluno, onde é frequente a preocupação em dar à turma da mesma idade, ao mesmo nível, no mesmo tempo, a matéria a abordar. Refere ainda o pouco espaço deixado à criatividade, ao desejo e à liberdade de expressão que, segundo ele, são responsáveis pelo malogro
da educação.
Aprender é encontrar limites e regras, é ser confrontado com as insuficiências, é aceitar desistir das certezas, integrar-se num grupo sem ser o seu líder, é permitir ser comparado, julgado, submeter-se. Dados difíceis de admitir, ainda mais para os que cresceram na recusa da frustração, na ausência de referências e/ou  obrigações, na exclusividade da relação.
O autor apela assim para a importância da relação professor/aluno, afirmando que "uma boa progressão de uma aula de crianças com dificuldades de aprendizagem assenta, acima de tudo, nessa capacidade que o professor terá de desactivar, por vezes, até de desintoxicar, todos esses sentimentos parasitas que se ligam à situação de aprendizagem e a pervertem"(p.24).
Esta capacidade do professor não é inata, segundo o autor, ela pode ser  trabalhada e melhorada, desenvolvendo uma reflexão sobre o tipo de resposta que se dá às crianças em função da sua personalidade, do seu passado educativo e dos seus projectos pedagógicos.
Este livro refere ainda as diferentes teorizações sobre o insucesso escolar. Uns defendem o aspecto reeducativo, reforçar e solidificar saberes, aprender a gerir estratégias cognitivas, tranquilizando a criança. Outros defendem o aspecto relacional.  Ambos  legítimos e com razão de existir.
Para este autor, o fracaso educativo precoce, representa um perfil determinante no futuro intelectual das crianças. Estas, para manter um equilíbrio de forma a protegerem-se do acto de pensar, não suportarão regras que lhes são necessárias e muito menos o confronto com o vazio e a solidão.
Para se defenderem, criarão uma carapaça protectora que se manifestará na recusa em questionar e duvidar, e a recusa do mundo interior. Por isso, perante a situação de aprendizagem, sentem-se mal e com medos que ocorrem no espaço para o funcionamento intelectual, reservado à dúvida e à pesquisa.
O autor apela ao restauro da relação pedagógica. Um fracasso educativo precoce tem muita influência no modo de aprender .
Crianças e adolescentes com um pesado passivo escolar, revelam medos que os inquietam e desorganizam. As recusas face ao saber num trabalho interior de assimilação, confrontam o suportar dos limites e a renúncia que acompanha o pensamento.
O autor, na sua prática pedagógica, apoia-se nas obras de Júlio Verne, nas suas situações de simplicidade dramática, onde são sempre as necessidades e as preocupações primárias que estão em causa, para abordar matemática ou gramática,  para ensinar a ler e a escrever, tornando os alunos sensíveis às sugestões que lhes são feitas para abordarem a aprendizagem. Diminuir a violência e a impaciência e abordar a aprendizagem da leitura, provoca mudança na atitude das crianças, as histórias permitem o alargamento do imaginário das crianças.
O uso do conto para crianças e jovens com atraso no seu percurso escolar, permite um espaço onde a troca de palavras substitui o insulto e a provocação verbal, deste modo a  partir de Júlio Verne, da Mitologia Grega e Romana, de passagens da Bíblia e de Poesias, o autor  relata  casos  de alguns jovens, surpreendendo-nos com uma deliciosa narrativa, muito agradável de ler, através de exemplos minuciosos que permitem compreender melhor e ajudar crianças que sofrem de difuldades de aprendizagem.
 
Elvira Cristina Silva
 
in rubrica Prelo CEI 59 (julho/set. 2001) 



Educar com os pais

Educar com os pais
Marques, R. (2001), Educar com os pais. Lisboa: Editorial Presença
 
De uma forma generalizada os profissionais de educação têm presente a importância e os benefícios do envolvimento parental na vida da escola, no entanto, há zonas que consideramos privadas de interferência exterior, como decisões nos modelos pedagógicos, metodologias de ensino e avaliação das crianças. Muitos professores são bastante ciosos da sua autonomia pedagógica e têm dificuldade em admitir a presença dos pais. A abordagem a estes, exige sempre conhecimento e respeito, pelo docente, das culturas minoritárias e consiste sobretudo na abertura curricular à experiência cultural daquelas.
“Convém ter presente que a finalidade última da educação é ajudar a pessoa a ser feliz” (p.75). Por isso, a escola tem que ser um local de aprendizagem da amizade, de forma a aprender-se a ser feliz.
Neste livro acentua-se o facto da escola nem sempre ser um espaço que proporcione o bem estar e a felicidade, cabendo-lhe o papel de intervir no seu todo como promotor dessa felicidade. O profissional de educação é um mediador entre o mundo e a criança, que não pode estar de costas voltadas para os pais.
Este livro destina-se, segundo o próprio autor, às educadoras de infância, professores do ensino básico e secundário e aos alunos dos cursos de formação inicial de professores.
Aborda  diferentes problemas, enuncia estratégias de intervenção e fornece pistas para que profissionais de educação desempenhem bem as suas funções em colaboração com os pais dos alunos.
Composto por vinte e um capítulos, sendo o último constituído por  fichas de formação que podem servir como instrumentos de reflexão, para serem utilizadas pelos professores na preparação de actividades, quer em acções de formação como em sessões informais.
Quando pais e filhos não passam em comum a maior parte do tempo, os segundos são obrigados a crescer com a ausência de referências culturais seguras. Por outro lado a ida à escola nem sempre é compensadora, quando os pais são chamados na sua maioria das vezes, para serem ditas más noticias  sobre os seus filhos...
Inclui estratégias que facilitam a comunicação entre a escola e os pais, na parceria com outros técnicos, mediadores culturais, psicólogos e assistentes sociais. Aborda a realidade portuguesa não se cingindo a transposições de outros países com diferentes tradições culturais.
Constitui um manual de apoio, sem deixar de se revelar um sólido conhecimento das teorias sobre o envolvimento parental na escola. Reúne informação necessária para o profissional cumprir as suas funções na estreita relação com os pais. Sabendo que estes são os primeiros educadores da criança e ao longo da sua escolaridade continuam a ser  os principais responsáveis pela sua educação e bem estar. Assim sendo, docentes e pais são parcerias insubstituíveis.

Elvira Cristina Silva

in: Rubrica Prelo CEI 61(jan a março 2002)
 
             

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Matemática no Pré-Escolar



A Matemática no Pré-Escolar
Vários (2001), A Matemática no Pré - Escolar - Jogos Fundamentados nos Blocos Lógicos. Oliveira de Azeméis: Centro de Formação de Oliveira de Azeméis
 
..."Era uma vez uma caixa de blocos lógicos que vivia triste e abandonada na prateleira mais alta da estante dos jogos até que um dia..." (p.5) um grupo de educadoras empenhadas em aperfeiçoar a sua prática pedagógica, na área da matemática, fizeram um livro como resultado duma acção de formação.
Partindo das suas experiências e aprendizagens na criação de jogos, tendo como base os blocos lógicos, este projecto permitiu aos seus intervenientes serem produtores de conhecimento, desenvolvendo atitude reflexiva e crítica sobre a prática pedagógica, desencadeando, consequentemente, mudanças significativas não só na sua prática, como capaz de contagiar os restantes, pois, para muitos educadores este livro constitui por certo uma forte motivação para a sua aquisição e leitura.
O CenForAz (Centro de Formação de Oliveira de Azeméis) pretende que este livro seja mais um instrumento de trabalho para os profissionais de educação de infância. É sem dúvida um livro imprescindível que possui sugestões para revitalizar a prática educativa, constituído por trinta e três jogos originais com base nos blocos lógicos. Riquíssimo material que permitirá diversas experiências e múltiplas actividades, que favorecem a criatividade e o desenvolvimento verbal e intelectual das crianças.
 
Elvira Cristina Silva

in: rubrica Prelo 
CEI (abril/junho2002)  
 
                                                                                                              

Leituras

Leituras
Os livros que se seguem apresentam as minhas opiniões sobre os mesmos. Exclusivamente o meu "ponto de vista". EC

Para além do óbvio- Histórias sociais

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Autismo

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30 anos, 30 pessoas, 30 histórias

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Índice médio de felicidade

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Eu até sei voar

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Mágoas da Escola

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CINCO PAIS NATAIS E TUDO O MAIS

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Deixa-me entrar

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Caderno de Tóquio

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Le goût des glaces

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Não os desiludas - histórias da escola

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Eu quero Amar, Amar perdidamente

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A ferramenta que faz os contos

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A arte de ensinar

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O Futuro da Escola Pública

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A inclusão nas escolas

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Crianças em Risco VOL 4

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A vida na porta do frigorífico

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O mundo segundo BOB

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A Saga de um Pensador - O Futuro da Humanidade

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A intuição leitora, a intuição narrativa

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Tu tens direito

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Políticas educativas em Portugal

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Mafaldisses - crónica sobre rodas...

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Todas as cores do vento

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Prisioneiro em mim

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Crónicas do avó Chico

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PSICOMOTRICIDADE – Jogos facilitadores de aprendizagem

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Fala Comigo

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Sara, A Luz

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Indisciplina Na Escola

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O quarto de Jack

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A Magia das chaves

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Gaudi, um romance

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o ladrão de Sombras

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Partes de mim

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História de uma esquizofrenia - Jérémy, sua família, a sociedade

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Maria e Eu

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Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!

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Rafeiro Perfumado: "Are you ladrating to me?!?"

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"Rafeiro Perfumado: a minha vida dava um blog"

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O menino de Cabul

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A Educação na Finlândia: Os segredos de um sucesso

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"Aproveitem a vida"

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"Olha-me nos Olhos"

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"Einstein nunca amou"

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"Mais alto do que as palavras"

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Temos de falar sobre o Kevin

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Os Mistérios do Sono

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Quem mexeu no meu queijo

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Aprender Juntos para Aprender Melhor

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A criança que não queria falar

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Domesticar a hiperactividade e o défice de atenção

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Síndroma de Down: Leitura e Escrita

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Inclusão - Um guia para Educadores e Professores

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O jardim de infância e a família

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Organização da componente de Apoio à Familia

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Contributos para o estudo das práticas de Intervenção Precoce em Portugal

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O segredo das crianças felizes

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Crianças (e pais) em risco

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Comportamentos e estratégias de actuação na sala de aula

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Educar com os pais

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A Criança e o Medo de Aprender

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Hiperatividade Eficaz

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A criança e o psicólogo

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A matemática no pré escolar

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A experiência motora no meio aquático

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Problemas de alimentação na criança

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A Intervencão Precoce e a criança com Síndrome de Down

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Educar, promover, emancipar - os contributos de Paulo Freire e Rui Grácio para uma Pedagogia Emanci

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Da investigação às práticas

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Valores Educativos, Cooperação e Inclusão autor: Ramos Leitão(Salamanca 2010)

Ouvindo o silêncio

O estranho caso do cão morto

Mal entendidos