quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Dia Mundial do Professor


5 de Outubro 2011

Dia Mundial do Professor

1.       A Educação é uma área de grande centralidade no mundo moderno: encontra-se intimamente ligada aos projectos do mundo em que vivemos: do desenvolvimento sustentável à erradicação da pobreza, da ecologia à melhoria ética e humanística das sociedades.

2.       A Educação pode ser também o factor decisivo de promoção da equidade e da diminuição das desigualdades. Um bom sistema educativo permite que as diferenças que existem entre as pessoas não se tornem factores de desigualdade mas sim factores de enriquecimento e de promoção de todos.

3.       Os professores são elementos decisivos para o sucesso educativo. Não os únicos mas sim imprescindíveis. Isto não significa que os professores sejam profissionais perfeitos: a profissão de professor é um permanente desafio, uma constante adaptação a realidades, também elas, a mudarem mais rápido do que alguma vez mudaram.

4.       A profissão de professor implica uma permanente actualização, uma constante disponibilidade para ensinar uma e outra vez, de uma maneira e de outra, para que se possa suscitar a aprendizagem dos alunos. Uma aprendizagem não só ao longo da vida mas também a toda a largura da vida do aluno, isto é, um processo que abarque todos os domínios da sua personalidade.

5.       Trata-se, assim, de uma profissão que implica um elevado desgaste mas que tem igualmente um grande potencial de proporcionar uma vida profissional plena e cheia de pequenos (e por vezes indeléveis) sucessos.

6.       Os professores vivem neste Outubro de 2011 em Portugal, condições difíceis: as condições económicas do país conduziram a restrições na Educação que implicaram despedimentos e redução do número de professores, condições que limitam os recursos para a Educação e que, enfim tornam ainda mais difícil a sua já difícil missão.

7.       Neste dia 5 de Outubro, Dia Internacional do Professor proclamado pela UNESCO, queremos saudar todos os professores portugueses e agradecer-lhes todo o seu profissionalismo. Foram eles certamente os profissionais que mais contribuíram para que hoje Portugal possa ter ao nível da Educação níveis quantitativos e qualitativos similares aos dos restantes países parceiros da União Europeia.

8.       Queremos enquanto Associação Nacional de Docentes de Educação Especial saudar hoje e em particular todos os docentes de Educação Especial. Nestes profissionais colocam milhares de famílias a sua fundada confiança para a educação dos seus filhos. Queremos renovar com todos professores, e em particular com os docentes de Educação Especial, o nosso compromisso de contribuir para dignificar a profissão. Sabemos que o aprofundamento das competências profissionais e a dignificação da profissão dos professores de Educação Especial são as vias seguras para continuar a construir uma escola e uma sociedade inclusiva, para melhorar a qualidade da Educação e dar um futuro de cidadania aos alunos que, para mostrarem o que valem, necessitam de dispor de respostas educativas específicas.



A Direcção da Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Lançamento do livro "A MINHA SALA DE AULA É UMA TRINCHEIRA", de Bárbara Wong

Lançamento do livro "A MINHA SALA DE AULA É UMA TRINCHEIRA", de Bárbara Wong, Esfera dos Livros. A apresentação ficará a cargo de David Justino e Paulo Guinote. O evento realizar-se-á no dia 14 de Setembro, pelas 18h30m, na livraria Leya na CE Buchholz, Rua Duque de Palmela, 4, em Lisboa.
«Este livro de Bárbara Wong sobre algumas ideias feitas acerca dos professores, lança sobre eles, sobre o exercício da docência e sobre o quotidiano das escolas e salas de aula, um conjunto de olhares que vai oscilando entre os que partem de dentro do grupo profissional a que pertenço (…) e aqueles que sobre ele são construídos a partir de fora, seja a partir dos seus alunos, seja das suas famílias. E alguns desses olhares que são lançados sobre os professores e as suas práticas revelam-se desapiedados, (…).» Paulo Guinote, in Prefácio.
Qualquer um vai para professor. Os professores não sabem ensinar, na realidade não se preocupam com os alunos. Têm uma boa vida, estão sempre de férias. Não querem ser avaliados. Os pais indignam-se. Como é possível que haja miúdos a falar ao telemóvel dentro da sala de aula? O meu filho não bateu no professor! Bárbara Wong, jornalista com vários anos dedicados à área da Educação, falou com professores, pais e estudantes de todo o país para conhecer as suas histórias. O resultado é este livro perturbador que nos conta o que verdadeiramente se passa na sala de aula dos nossos filhos. Sem tentar desculpabilizar ou demitir os professores das suas funções, porque, como em todas as profissões, há bons e maus profissionais. Mas pondo o dedo na ferida. Ao longo destas páginas vamos conhecer Jonas, que trabalhou até ao último dia da sua vida com um cancro na língua, depois de várias juntas médicas e recusas de reforma, Adriana, que foi agredida por uma mãe por ter proibido o aluno de atender o telefone na sala, etc.
A autora: Bárbara Wong
Licenciou-se em Comunicação Social na Universidade Católica Portuguesa. Estagiou na Rádio Renascença e no Público, jornal onde exerce a sua atividade profissional, atualmente como editora. Ganhou o prémio de jornalismo A Família na Comunicação Social em 2005. Participa frequentemente em conferências sobre Educação e Família. A Escola Ideal foi o seu primeiro livro, dedicado aos principais temas da Educação. É coautora do blogue educaremportugues.
A Educação é um tema que desperta paixões. De um lado os professores, do outro os pais e os alunos. No meio, as salas de aula transformam-se em verdadeiros campos de batalha.

-Bárbara Wong, jornalista, dedicada à área da Educação, falou com professores, pais e estudantes de todo o país para conhecer as suas histórias e traz-nos um livro perturbador que nos conta o que verdadeiramente se passa na sala de aula dos nossos filhos.

-Histórias reais que nos permitem refletir sobre o papel de cada um de nós na Educação.

-Prefácio Paulo Guinote.
Mais informações em:
LEYA NA CE BUCHHOLZ
Rua Duque de Palmela, 4 – Lisboa

Conferência de António Damásio

No momento em que é publicada uma edição revista e actualizada de O Erro de Descartes (Temas e Debates/Círculo de Leitores), António Damásio vem a Portugal no dia 21 de Setembro para ser distinguido com o Doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Coimbra, cerimónia após a qual se seguirá uma conferência, proferida em conjunto com Hanna Damásio, intitulada «Brain, Mind and Feeling», no anfiteatro da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. Começa às 16h30. A entrada é livre.
in: LER

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

3 anos de blog

Este mês este blog completa três anos de existência. Da timidez dos primeiros passos à descoberta de novos caminhos foi feito um percurso de crescimento.
Ainda de tenra idade tem, assim espero, um caminho a percorrer.
(Foto de EC)
A todos o que o visitam, que nele comentam ou simplesmente dão uma olhada o meu muito obrigada por poder ser uma porta de entrada neste espaço virtual.
EC

U2 - Magnificent



Com votos de um ano lectivo Magnifico a todos aqueles que abraçam a profissão e que acreditam que podem fazer no seu dia a dia a diferença com cada aluno que se envolvem.
EC

Uma em cada quatro crianças tem problemas de visão

A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) revelou esta terça-feira que uma em cada quatro crianças em idade escolar tem problemas de visão.


Nas contas da SPO, cerca de 20 por cento das crianças em idade escolar têm algum défice da função visual, pelo que defende a realização de rastreios a partir dos três ou quatro anos.

Augusto Magalhães, oftalmologista pediátrico do Hospital de São João e membro da SPO diz que "as doenças dos olhos que mais afectam as crianças são os erros refractivos (miopia, hipermetropia e astigmatismo), a ambliopia e o estrabismo".

"Estima-se que cerca de 20 por cento das crianças em idade escolar tenham algum défice de função visual provocado por uma destas patologias ou outras menos frequentes, que acabam por interferir com o rendimento escolar", frisa.

Segundo o especialista, um dos sinais mais habituais de problemas na visão é "a dificuldade na leitura".

A lentidão ou rejeição das tarefas que exigem esforço visual, o fechar ou tapar um dos olhos e os erros a copiar do quadro são outros sinais de alerta. Dores de cabeça, náuseas, olhos vermelhos, inchados ou lacrimejantes, estrabismo e fotofobia (dificuldade em suportar a luz) "são sintomas que não podem ser ignorados e devem levar os pais a procurar um oftalmologista", defende.

Augusto Magalhães considera que é fundamental realizar um primeiro rastreio por volta dos três ou quatro anos, porque nesta idade a criança já colabora minimamente e o procedimento acaba por ter uma boa relação preço-eficácia. No entanto, sustenta, "do ponto de vista médico é preferível rastrear mais cedo".

A forma como a utilização de computadores e outros dispositivos electrónicos podem influenciar a visão é uma questão que preocupa muitos pais, mas Augusto Magalhães desmistifica a ideia e explica que "não existem estudos científicos que comprovem a ideia de que os computadores provocam e/ou aumentam a miopia".

"O único prejuízo - segundo o oftalmologista pediátrico - é o cansaço visual sentido após o uso prolongado e ininterrupto destes dispositivos electrónicos" pelo que recomenda que "a utilização seja alternada com períodos de descanso".

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O Menino de Cabul

                                                                 
  


Um colega falou-me deste livro que acabou por me emprestar, ficando este à espera de ser lido num espaço reservado aos livros emprestados.
Tendo por defeito, andar sempre com um livro na mala, peguei nele inúmeras vezes, mas o seu volume (336 páginas) impediu que em muitas circunstâncias o levasse comigo. Também é verdade que existe sempre outros livros à espera de serem lidos, colocados na prateleira de livros comprados. Tenho uma irresistível tendência para comprar mais livros do que aqueles que efectivamente consigo ler, mas mantenho a esperança convicta que vão ser lidos algum dia!
Em período de férias levei-o comigo. É uma época em que alivio consideravelmente as prateleiras anteriormente citadas.
“O Menino de Cabul” é um livro que me deu imenso prazer de ler, que me deixou presa da primeira à última página, não aquele prazer simples e agradável de uma leitura tranquila, antes pelo contrário, pela narrativa escrita de forma arrebatadora e dilacerante, com o autor a fugir a clichés e a lugares comuns, mas a não evitá-los se for caso disso, constantemente alterada com sucessivas reviravoltas inesperadas e, na sua maioria, quase sempre perturbadoras, onde a evocação das emoções à provocação do leitor são uma constante. 
O menino de Cabul não conta simplesmente a vida de um, mas de dois rapazes, Amir e Hassan. Crianças como tantas outras, retrato de um emaranhado familiar e de um enredo de amizade à mistura com falsidades e traições, acentuadas por injustas relações sociais.
O personagem principal, Amir, filho de Baba, patriarca e homem da sociedade, perdeu a mãe no momento do nascimento. Hassan é filho do criado da casa de Baba, e, para além de amigo de Amir, é também seu criado.
A história de vida destes dois rapazes (que brincam juntos, apesar da posição social que os separa, subindo às árvores, jogando às cartas e fazendo voar papagaios) é a de uma aparente amizade vulgar, que um acto de Assef e a reacção cobarde de Amir interrompe. Tal como é interrompida a normalidade da vida de um país afectado pela desumanidade da guerra.
A metáfora do papagaio, utilizada no título original “Kite Runner” remete-nos para a mutação de uma cidade como cenário deste enredo, ao longo de vários anos. Cabul de 1978, com o céu pintado de papagaios de papel lançados pelas crianças, reflexo de uma cidade repleta de vida, alegria animação e cor. Contrastando com a que Amir encontra, quando, vinte anos mais tarde, lá regressa. Uma cidade lamacenta, amedrontada, cuja alegria dos papagaios foi proibida e onde se assiste a julgamentos e apedrejamentos no intervalo de um jogo de futebol.
Neste livro de Khaled Hosseini, publicado em 2003, o fantástico enredo e o testemunho histórico tem no voo do papagaio de papel a alegoria à liberdade. Liberdade, porém não duradoura, quer num país que se transforma, dominado pela guerra, quer na revelação dos sentidos, do personagem principal, através de uma história contada em “flashback”, uma viagem de regresso ao passado, ao remorso e à expiação dos pecados. Uma revelação emocional, nascida do remorso persistente da personagem principal, sobre o cenário que é, em si, outro enredo: o da mutação de um país e de um povo. 
Tal como referido no livro, "A vida é um comboio... Não o percas!" Este livro fala de uma viagem de uma vida e como cada um de nós com as nossas acções podemos condicionar a nossa vida e a dos outros.
O autor explica, em dado momento no seu livro, que os Americanos detestam que se lhes conte o fim das histórias, referindo-se a um episódio em que conta a um desconhecido, num clube de vídeo, o fim do filme “ Os sete magníficos”.
Seguindo este pensamento também não vou contar o final da história. Posso até incorrer em dizer alguma mentira e “Quando dizemos uma mentira, roubamos a alguém o direito à verdade."pg.26
Posso só referir o meu ponto de vista e dizer que é uma história inesquecível sobre a amizade, a culpa, a mentira, os erros e a sua redenção, (“Nunca é tarde para acertar as contas”- pg.211), sobre o amor e o ódio, a coragem, a lealdade, a passagem inexorável do tempo e as ligações e saudades da terra natal.
Sem dúvida que considero uma obra comovente e poética que apela à ética humana e à ideologia de liberdade mas que evidencia precisamente esse contraste e fragilidade da civilização humana que através de convicções politicas e religiosas, impedem essa mesma dignidade e liberdade humana de poder soar mais alto…
EC

Leituras

Leituras
Os livros que se seguem apresentam as minhas opiniões sobre os mesmos. Exclusivamente o meu "ponto de vista". EC

Para além do óbvio- Histórias sociais

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Autismo

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30 anos, 30 pessoas, 30 histórias

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Índice médio de felicidade

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Eu até sei voar

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Mágoas da Escola

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CINCO PAIS NATAIS E TUDO O MAIS

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Deixa-me entrar

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Caderno de Tóquio

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Le goût des glaces

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Não os desiludas - histórias da escola

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Eu quero Amar, Amar perdidamente

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A ferramenta que faz os contos

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A arte de ensinar

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O Futuro da Escola Pública

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A inclusão nas escolas

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Crianças em Risco VOL 4

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A vida na porta do frigorífico

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O mundo segundo BOB

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A Saga de um Pensador - O Futuro da Humanidade

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A intuição leitora, a intuição narrativa

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Tu tens direito

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Políticas educativas em Portugal

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Mafaldisses - crónica sobre rodas...

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Todas as cores do vento

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Prisioneiro em mim

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Crónicas do avó Chico

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PSICOMOTRICIDADE – Jogos facilitadores de aprendizagem

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Fala Comigo

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Sara, A Luz

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Indisciplina Na Escola

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O quarto de Jack

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A Magia das chaves

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Gaudi, um romance

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o ladrão de Sombras

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Partes de mim

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História de uma esquizofrenia - Jérémy, sua família, a sociedade

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Maria e Eu

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Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!

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Rafeiro Perfumado: "Are you ladrating to me?!?"

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"Rafeiro Perfumado: a minha vida dava um blog"

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O menino de Cabul

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A Educação na Finlândia: Os segredos de um sucesso

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"Aproveitem a vida"

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"Olha-me nos Olhos"

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"Einstein nunca amou"

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"Mais alto do que as palavras"

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Temos de falar sobre o Kevin

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Os Mistérios do Sono

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Quem mexeu no meu queijo

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Aprender Juntos para Aprender Melhor

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A criança que não queria falar

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Domesticar a hiperactividade e o défice de atenção

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Síndroma de Down: Leitura e Escrita

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Inclusão - Um guia para Educadores e Professores

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O jardim de infância e a família

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Organização da componente de Apoio à Familia

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Contributos para o estudo das práticas de Intervenção Precoce em Portugal

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O segredo das crianças felizes

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Crianças (e pais) em risco

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Comportamentos e estratégias de actuação na sala de aula

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Educar com os pais

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A Criança e o Medo de Aprender

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Hiperatividade Eficaz

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A criança e o psicólogo

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A matemática no pré escolar

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A experiência motora no meio aquático

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Problemas de alimentação na criança

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A Intervencão Precoce e a criança com Síndrome de Down

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Educar, promover, emancipar - os contributos de Paulo Freire e Rui Grácio para uma Pedagogia Emanci

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Da investigação às práticas

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Valores Educativos, Cooperação e Inclusão autor: Ramos Leitão(Salamanca 2010)

Ouvindo o silêncio

O estranho caso do cão morto

Mal entendidos