quarta-feira, 10 de março de 2010

Bullying,



A questão do bullying não me tem passado ao lado...É verdade que muitos blogs têm colocado artigos, eu própria já o fiz.
Mas não tenho conseguido envolver-me no assunto...Quando refiro isso, não é alhear-me do assunto...Como se isso fosse possível... Há como um nó na garganta e um murro no estômago, pensar que faço parte de uma classe profissional que permite que isto aconteça. Por tudo isto se passar essencialmente na escola!!!
Quando não consigo envolver-me é porque tenho dificuldade em comentar, "dar" a minha opinião sobre o assunto. Não consigo mesmo!! Talvez porque tenha tido a sorte de encontrar  professores fantásticos, colegas, alunos, familias, enfim pessoas fabulosas que me rodeiam e que por isso tenho tanta dificuldade em acreditar que seja possivel.
Somos por vezes bombardeados por noticias semelhantes em alguns países, mas num pais de "brandos" costumes ( já não tão brandos assim) custa acreditar o que toda uma sociedade educativa está a permitir.
O que estamos a deixar às gerações futuras?
Eu que me considero uma sortuda por ter tido um filho de "parto" que é a coisa mais fabulosa e um ser humano tão incrível e que me presenteou com uma qunatidade de "filhos adoptivos" que fazem a casa transpirar de arte e proporcionam uma casa cheia de emoções frequentes!
Porque conservo ainda alguma ingenuidade (ou me defendo com ela) acredito no ser humano  nas suas melhores acções...
Por isso me continua a ser dificil acreditar que isto é verdade, mais do que um pesadelo terrível.
Que seja posível este marasmo sobre o que se passa, que ninguém tenha feito e continuem a não fazer nada!! ...


domingo, 7 de março de 2010

LIBERDADE - AbreTour2010




























Este fim de semana foi mágico...Liberdade, apresentou uma nova versão do seu último trabalho, “Dialogo Mudo".
Dois espectáculos únicos que permitiram dar visibilidade às várias partes não físicas de que somos constituídos. Como se essas partes começassem a dialogar entre si, colocando-nos em vários estados de alma diferentes? Como se o nosso todo não fosse assim tão fechado e completo, mas sim compartimentado em pedaços que interagem entre si, numa disputa permanente de primazia?
O espectáculo recriou em palco o ambiente concebido pelo álbum Dialogo Mudo, intercalado com várias outras peças musicais, onde a influência de várias artes foi fulcral, desde obviamente a Música e a Palavra, passando pela Pintura, Teatro, Cinema e Fotografia. Desta forma, o som e palavra fundiram-se com movimento, cor e representação.
Nenhuma arte é mais importante que outra. Nenhuma arte sobrevive sem outra. Nenhuma arte se sobrepõe a outra. Qualquer arte é eterna!

A todos os que tornaram possivel este espectáculo
e a todos os que assistiram:
O nosso muito obrigada!!

Saudações cantadas
Morreu para evitar agressão de colegas



Ontem, quarta-feira, Christian não foi à escola. No dia anterior, almoçou à pressa na cantina, saiu aflito para o recreio quando viu, mais uma vez, o corpo franzino de Leandro, primo e amigo de 12 anos, ser espancado por dois colegas mais velhos.

Depois, perseguiu o rapaz que, cansado da tortura de quase todos os dias, ameaçou lançar-se da ponte, ali a dois passos. Perseguiu-o, impediu-o. Por fim, imitou-lhe os passos, degrau a degrau, até à margem do rio Tua. O primeiro estava decidido a morrer: despiu-se, atirou-se. O segundo estava decidido a salvá-lo: despiu-se, atirou-se.

Leandro morreu - é a primeira vítima mortal de bullying em Portugal; Christian agarrou-se a uma pedra para sobreviver. Antes, arriscou a vida a dobrar: digestão em curso em água gelada. Eram 13.40 horas. Ontem não foi à escola. Os pesadelos atrasaram-lhe o sono. Acordou cansado, alheado, emudecido. Leandro não é caso único. Ele também já foi agredido.

Christian não é o super-homem; não é sequer rapaz encorpado; é um menino assustado, tem 11 anos, não terá 40 quilos, o rosto salpicado de sardas e tristeza. Os olhos dos pais pregados nele, os dele cravados no chão da sala. Não estava sozinho na luta. "Estava eu, o Márcio (irmão gémeo de Leandro), o Ricardo...", este e aquele, os nomes dos amigos como um ditado, ele encolhido, no colo um cão minúsculo a quem insistentemente afaga o pêlo. "Não conseguimos salvá-lo, já estávamos tão cansados". O lamento sabe a resignação e à inquietação de quem veio de outra escola, em Andorra, Espanha, onde "à mais pequena coisa, os professores chamavam os pais", recordam, "preocupados", Júlio e Júlia Panda, pais de Christian, filhos da terra, Mirandela, no cume de Trás-os-Montes, retornados há pouco mais de um ano, trazidos com a crise e o desemprego. Vivem agora na aldeia de Cedainhos, a 15 quilómetros da cidade, lugar estacionado no tempo, onde vivia também Leandro e onde todas as casas, com laços mais ou menos próximos, são casas da mesma família.

Escola sem luto nem explicação

Um palmo acima, na mesma rua, vive a avó, Zélia Morais. Tem a cozinha cheia netos, mais de dez, netos de todas as idades, os gritos inocentes dos mais novos a misturarem-se na dor dos outros. Sabe tudo ao mesmo fado. É a imagem da desolação, ela prostrada no sofá, o coração com febre. "O meu menino era tão humilde. Todos os dias vinha saber de mim. Todos os dias", palavras repetidas embrulhadas em falta de ar. "E agora?" Agora, responde o filho Augusto, homem de meia idade que a coluna prendeu a uma cadeira de rodas, "agora, nem que tenha de vender tudo, vou até ao fim do mundo para saber quem levou o meu sobrinho a matar-se". A ameaça parece dura, dura um segundo, desfaz-se em pranto. "O meu menino sentava-se aqui comigo, conversava como adulto, era a minha companhia". Os pais de Leandro também vivem ali; não estão. "Estão em casa amiga, passaram a noite no hospital".

Ontem Christian não foi à escola. Mas na escola dele - E.B. 2,3 Luciano Cordeiro, onde partilhava o 6º ano com Leandro -, o dia foi normal. Nem portas fechadas nem luto nem explicação. O porteiro do turno da tarde entrou às 15 horas, bem disposto. "Sou jornalista, queria uma entrevista", ironizou. Tiro no pé. O JN estava lá. Perdeu o humor, convidou-nos a sair "já". A docente que saía do recinto também foi avisada, inverteu a marcha, já não saiu. Havia motivos para baterem tantas vezes no Leandro? Responde Christian: "Todos batem em todos".


Helena Teixeira da Silva
Jornal de Notícias
retirado na integra de: http://bruaa-editora.blogspot.com/2010/03/morreu-para-evitar-agressao-de-colegas.html

sexta-feira, 5 de março de 2010

LIBERDADE - AbreTour2010

http://www.myspace.com/dialogomudo09

Este fim de semana Liberdade realizará dois espectáculos únicos, num ambiente que não só dará visibilidade ao seu último trabalho, “Dialogo Mudo”, mas que também incluirá novidades!!!
Dia 6 de Março pelas 21h30 e 7 de Março às 16h30 no Teatroesfera em Queluz

Sinopse
E se de repente as várias partes não físicas de que somos constituídos começassem a dialogar entre si, colocando-nos em vários estados de alma diferentes? Se o nosso todo não fosse assim tão fechado e completo, mas sim compartimentado em pedaços que interagem entre si, numa disputa permanente de primazia?

Afinal é de tudo isto que somos feitos. E é de tudo isto que fala o Dialogo Mudo. Surpreso? Nem por isso! Basta que cada um sinta à sua maneira a proposta musico teatral que Liberdade nos faz. E se deixe levar sem constrangimentos pelo espectáculo auditivo visual proposto.



O espectáculo pretende recriar em palco o ambiente concebido pelo álbum Dialogo Mudo, intercalado com várias outras peças musicais, onde a influência de várias artes se ambiciona que seja fulcral, desde obviamente a Música e a Palavra, passando pela Pintura, Teatro, Cinema e Fotografia. Desta forma, pretende-se que som e palavra se fundam e se conjuguem com movimento, cor e representação.



Nenhuma arte é mais importante que outra. Nenhuma arte sobrevive sem outra. Nenhuma arte se sobrepõe a outra. Qualquer arte é eterna!



Saudações cantadas
Liberdade em http://www.myspace.com/dialogomudo09

Como chegar à teatro esfera:

terça-feira, 2 de março de 2010

Crianças passam tempo de mais nas creches


por ELISABETE SILVA26 Fevereiro 2010










Deco alerta que um terço fica mais de nove horas no jardim- -de-infância. Especialistas alertam para risco deste distanciamento


Ansiedade, stress e insegurança são alguns dos problemas que podem surgir nas crianças quando passam muito tempo na creche. E os dados de um estudo da Deco mostram que quase um terço está mais de nove horas nas creches. Os especialistas alertam para os riscos deste horário prolongado, mas lembram que mais importante é que o pouco tempo que os pais passam com os filhos seja um tempo de qualidade.

"A média que conheço é de dez a 12 horas por dia de estada na creche. Sete horas é o ideal", afirmou ao DN o psicólogo Bruno Pereira Gomes. O especialista considera que as creches são importantes para a socialização, mas também têm aspectos negativos: "As crianças estão muito tempo distantes dos pais. É crucial que quando estão com os filhos aproveitem ao máximo. Caso contrário, esta distância poderá resultar em crianças mais inseguras, instáveis emocionalmente, stressadas, ansiosas e menos respeitadoras."

Para Bruno Pereira Gomes "é difícil uma criança entender porque o pai não a vem buscar à creche há mesma hora que os outros". "Podem pensar que 'não gostam de mim'", referiu.

Já a pediatra Ana Serrão Neto diz que o melhor é mesmo não passar "tempo nenhum" na creche. "Até aos dois anos e meio/três é melhor ficar com familiares ou empregados de confiança", explicou ao DN. A clínica defende que a partir dessa idade e caso a criança não tenha contacto com outras, então, "por razões de socialização", a creche pode ser benéfica. "Não é desejável que sejam tantas horas, mas é a realidade", acrescentou.

Mesmo deixando os mais pequenos tantas horas no jardim-de- -infância, os pais gostavam que estes estabelecimentos fechassem as portas mais tarde e até que abrissem aos sábados. "Sei que é difícil ser pai e essa hipótese iria facilitar a vida, mas a solução não é essa. Há que pensar antes em ter melhores horários ou trabalhar mais perto de casa e reduzir o tempo gasto nos transportes públicos, por exemplo. Não podemos ter crianças a crescer sem pais", realça Bruno Pereira Gomes.

O estudo da Deco mostra também que 73% das crianças passam uma hora por dia a ver televisão nos jardins-de-infância. "Se o fazem é errado e antipedagógico. Um filme uma vez por semana é uma ideia aceitável", destacou o psicólogo.

Para Ana Serrão Neto este não é um problema, já que a televisão pode funcionar como "um estímulo visual" para os mais novos.

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1505105
Quando há alguma coisa inquientante dentro de nós...por vezes, descobrimos que alguém  nos faz sentir que não estamos sozinhos.
Haverá porventura melhor forma de começar o dia...o nosso caminho.... Mafaldinha sempre!!




Dedico a todos os meus cúmplices!! :0)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Pais e docentes reclamam mais apoios para educação especial

01.03.2010 - 13:25 Por Graça Barbosa Ribeiro

Se o chamado plano de acção para a escola inclusiva afastou milhares de alunos da educação especial, os que ficaram no sistema também não estão a trilhar um caminho fácil.

Muitas crianças com deficiência não estão a ser acompanhas devidamente (Adriano Miranda)
Professores e pais denunciam que as escolas de referência criadas para as crianças cegas e surdas não estão a dar a resposta adequada. "Um ciclo que não se quebra sem uma aposta séria na qualidade do ensino", avisa Carlos Lopes, da Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal (Acapo). A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) entregou esta semana um estudo ao Ministério da Educação (ME) onde denuncia a falta de professores para o ensino especial.

No ano lectivo passado, Maria José Salgueiro, coordenadora do Gabinete de Educação Especial da Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap), teve de decidir: no 9.º ano deveria manter o filho de 16 anos, surdo profundo, em Gaia, "onde não teria apoios garantidos desde o início do ano", ou enviá-lo para o recém-criado agrupamento de escolas de referência para alunos surdos, no Porto, onde supostamente se concentrariam todos os professores e técnicos?

Esta mãe não foi a única a quem se colocou o problema, de acordo com o inquérito da Fenprof às direcções de mais de metade dos agrupamentos de escolas do país; nem a única a decidir manter o filho no local de residência, contra as expectativas do ME que, através do Decreto-Lei n.º 3/2008, deu o mais polémico passo da reforma da educação especial.

Graças à adopção da tão contestada Classificação Internacional de Funcionalidade, a equipa liderada por Maria de Lurdes Rodrigues tirou apoios a milhares de alunos, tornando assim possível oferecer condições excepcionais aos restantes, supostamente crianças e jovens com limitações mais significativas. Nesse sentido, criou duas redes de escolas de referência (para os alunos surdos e para cegos e com baixa visão, respectivamente) e outra de unidades de apoio especializado a alunos com espectro do autismo, a crianças com multideficiência e surdo-cegueira congénita.

No caso das escolas de referência, a estratégia definida pelo ME passou pela concentração dos recursos humanos e materiais em 20 agrupamentos de escolas e 20 secundárias para a educação bilingue de alunos surdos e em 25 agrupamentos e 27 secundárias para a educação de alunos cegos e com baixa visão. No entanto, a dispersão dos alunos - e, consequentemente, de recursos - mantém-se, segundo denuncia a Fenprof e confirmam as associações contactadas pelo PÚBLICO.

Segundo Manuel Rodrigues, um dos coordenadores do estudo que a Fenprof realizou, a rede de unidades de apoio especializado para crianças autistas e com multideficiência (479) tem uma malha "relativamente mais apertada, embora desequilibrada, pelo que chega a haver casos de sobrelotação". Já os estabelecimentos de referência mostram-se "ineficazes na atracção de alunos, entre outras razões por se situarem, principalmente e quase só, nas sedes de distrito". "Ou os alunos têm a sorte de viver naquelas cidades ou, então, para os frequentarem podem ter de percorrer, diariamente, largas dezenas de quilómetros", alerta.
Maria José Salgueiro sublinha a importância da questão: o filho João "não é, apenas, um estudante surdo, é um adolescente que tem um grupo de colegas e de amigos no local de residência, que gosta de praticar desporto e que não passa sem navegar na Internet, ver televisão ou entreter-se com jogos electrónicos, como qualquer outro rapaz da sua idade", afirma. Daí a decisão de o manter em Gaia. Uma decisão semelhante à dos pais de mais 40 crianças surdas do concelho e de muitos outros em todo o país, assegura a mãe.
Esta opção corresponde, também, à posição oficial da Confap, que não contesta a estratégia do ME, mas reclama o urgente apertar da malha da rede de escolas de referência e a respectiva dotação de recursos humanos e materiais.
A Acapo tem uma posição semelhante, mas o presidente, Carlos Lopes, realça "uma agravante": "No secundário, este modelo limita imenso a oferta de cursos disponíveis, já que nenhuma escola, isoladamente, pode corresponder à diversidade da oferta existente para os restantes alunos". Para além disso, "se haveria vantagem em concentrar e rentabilizar recursos materiais e humanos, a verdade é que, na esmagadora maioria dos casos, o apetrechamento das escolas de referência está longe de ser o ideal, o número de professores especializados é escasso e a formação dos docentes e do pessoal auxiliar manifestamente insuficiente", enumera.
Do mesmo se queixa a Confap e confirmam pais que optaram por fazer deslocar os filhos para as escolas de referência. Por exemplo, Fátima Ottati, que vive em Santa Maria da Feira, conta que Valéria, a filha surda profunda, de 18 anos, acorda às 5h30 e regressa a casa 13 horas depois. "O mais grave é que, apesar das consequências sociais e familiares do desenraizamento", na escola secundária do Porto que frequenta, dita de referência, não tem terapia da fala e "é obrigada" a faltar às aulas de Língua Gestual Portuguesa, porque ocupam o último tempo do horário e a impedem de apanhar os transportes públicos de regresso a casa. Ou seja, na prática, Valéria, que optou pela escola de referência, não tem mais apoios do que os conseguidos ("depois de muita luta, é verdade", frisa Maria José Salgueiro) por João, que também frequenta o 10.º ano, mas a cinco minutos de casa.
É este tipo de fragilidades que, na perspectiva da Confap e da Acapo, contribui, também, para colocar em causa o êxito do modelo. "Enquanto não oferecerem um ensino de qualidade, as deslocações - que embora desejavelmente menores serão sempre inevitáveis - não se justificam e a concentração de meios continuará a ser impossível", insiste Carlos Lopes, que apela ao quebrar do "círculo vicioso".
Fonte: Público

Leituras

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Os livros que se seguem apresentam as minhas opiniões sobre os mesmos. Exclusivamente o meu "ponto de vista". EC

Para além do óbvio- Histórias sociais

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Autismo

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30 anos, 30 pessoas, 30 histórias

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Eu até sei voar

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Mágoas da Escola

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CINCO PAIS NATAIS E TUDO O MAIS

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Caderno de Tóquio

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Le goût des glaces

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A ferramenta que faz os contos

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O Futuro da Escola Pública

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Crianças em Risco VOL 4

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A vida na porta do frigorífico

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O mundo segundo BOB

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