
domingo, 31 de maio de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
SER PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL27, 28 e 29 Novembro de 2009 – LisboaPrograma Provisório >>
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segunda-feira, 30 de março de 2009
Livros

Tendo como ponto de partida a Convenção dos Direitos das Crianças - que faz em Novembro 20 anos - a autora criou uma história ilustrada que ensina aos mais novos os seus direitos e deveres. O desafio foi-lhe lançado pela directora editorial da "Edeline" - uma pequena editora fundada há seis anos em França - e Carlota Flieg, designer gráfica e ilustradora, 41 anos, aceitou de imediato. Afinal, a ideia permitia-lhe fazer o que mais gosta: desenhar, especialmente se for para crianças, usando e abusando das cores e deixando fluir a sua imaginação.
Partindo da Convenção dos Direitos da Criança - que celebra 20 anos em Novembro - a editora decidiu fazer um livro sobre cidadania, destinado ao público entre os 5 e os 10 anos. Com duas condições prévias: não poderia ser apenas (mais) uma enumeração dos direitos das crianças e a história teria também de lhes ensinar que têm deveres no dia-a-dia.
Por ter um filho de 7 anos, foi fácil para Carlota perceber o objectivo do livro. "Eles [as crianças] passam a vida a dizer 'eu posso', 'eu quero', mas nunca dizem "eu tenho que'", diz, ao JN...
A construção do livro "Gabriel direitinho" - a estreia da editora na literatura infantil - começou pela análise dos 54 artigos da Convenção e pela selecção daqueles que a autora considera "mais expressivos", como o direito ao nome, à família, à saúde e à escola. Depois, avançou para o processo de desenho (à mão e em papel), tendo feito ao todo 32 pranchas (as imagens que compõem o livro). A história só foi escrita no final, "em cima das ilustrações".
A personagem principal, o pequeno Gabriel - com o corpo em forma de coração e os braços grandes e elásticos "para abraçar o mundo" - parte numa viagem imaginária com o pai e a mãe, onde vai sendo confrontado com diferentes realidades e culturas. Todas as personagens têm cores diferentes - a ilustrar a diversidade de pessoas que existe no mundo - e há meninos de várias etnias e até um deficiente. Assuntos difíceis como a guerra, os refugiados, o trabalho infantil, a droga, o tráfico de pessoas e o divórcio são também abordados. "Fazem parte da realidade", justifica a autora.
Quanto aos deveres, Gabriel aprende que há muito que pode fazer. Desde arrumar o quarto e pôr a mesa, a separar o lixo, atravessar a rua na passadeira, dar prioridade aos mais velhos no autocarro e respeitar o meio ambiente. Carlota espera que o livro ensine muitos meninos, a começar pelo seu Gabriel lá de casa...
http://www.youtube.com/watch?v=0-GNu--upos
domingo, 1 de março de 2009
O que aconteceu numa estação de metro de Londres. Numa segunda feira de manhã, e todos foram trabalhar numa energia maravilhosa depois.
São 70 bailarinos misturados com passageiros e esses acabam interagindo nas danças.
O "show" foi planeado e ensaiado durante 8 semanas, sem o conhecimento do público.
http://www.youtube.com/watch?v=VQ3d3KigPQM
http://www.youtube.com/watch?v=VQ3d3KigPQM
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Educação Especial
Etiquetas:
Educação Especial
Cartoon
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Música

13 e 14 Fevereiro
AUDITÓRIO
21.30
Música
In-canto, de luísa amaro
LUÍSA AMARO (guitarra portuguesa) ANTÓNIO EUSTÁQUIO (guitolão), GONÇALO LOPES (clarinetes) BALTAZAR MOLINA (percussão oriental)
CONCEPÇÃO CÉNICA: RUI LOPES GRAÇA
Viajou durante 24 anos pelo Mundo, tocando com Carlos Paredes, e desenvolveu uma forma única de compor que nos lembra sempre Portugal e a mistura cultural que experimentámos nos últimos 500 anos. Luísa Amaro, a primeira mulher a gravar em guitarra portuguesa, editou, em 2004, o CD Canção para Carlos Paredes, iniciando assim um percurso corajoso de uma mulher enamorada por um instrumento até então masculino.
Actualmente, Luísa Amaro prossegue o seu trabalho na procura de novos caminhos para a guitarra portuguesa, tendo criado o projecto IN-CANTO, para guitarra portuguesa e para um novo instrumento português – o guitolão. Este instrumento, o único existente no Mundo, teve origem numa sugestão que Carlos Paredes apresentou ao construtor Gilberto Grácio e que este concretizou anos depois. O seu som, absolutamente português e único, cruza-se com outros sons, juntando-se à percussão árabe, descobrindo novos timbres e envolvências musicais.
Para tal, foram convidados, para além de António Eustáquio, Baltazar Molina, um estudioso da percussão oriental, e Gonçalo Lopes, clarinetista com vasto repertório de música oriental.
IN-CANTO é um projecto pioneiro que rompe, uma vez mais, com a exclusiva ligação da guitarra portuguesa ao fado e ao masculino. Neste espectáculo, o apelo à sensibilidade, à espiritualidade e à transcendência musical marcam presença. IN-CANTO estará pronto a encantar, com repertório adequado e com novas músicas da autoria de Luísa Amaro e peças clássicas como Capricho Árabe, de Tarrega.
Meditherranios, o novo projecto do grupo, é a chave para compreendermos o lirismo da sua música, juntando a guitarra portuguesa, o guitolão, o clarinete baixo e a percussão oriental.
Indo contra todas as convenções da guitarra portuguesa, Luísa Amaro faz uma viagem baseada unicamente no seu amor por um instrumento que nos lembra sempre os ecos de tempos antigos, estejam eles na Coimbra ancestral ou na nossa maneira de sentirmos o Mediterrâneo.
O guitolão sugere-nos o alaúde árabe, o clarinete segue viagem entre os Balcãs e a Turquia, a percussão oriental leva-nos do Egipto à Pérsia e a guitarra portuguesa devolve-nos ao ponto de partida...
Programa:
Apresentação do CD Meditherranios
Preço: € 15.00
M/6
Duração aprox: 75 minutos, sem intervaloCo-produção: Fundação Oriente/Hepta
AUDITÓRIO
21.30
Música
In-canto, de luísa amaro
LUÍSA AMARO (guitarra portuguesa) ANTÓNIO EUSTÁQUIO (guitolão), GONÇALO LOPES (clarinetes) BALTAZAR MOLINA (percussão oriental)
CONCEPÇÃO CÉNICA: RUI LOPES GRAÇA
Viajou durante 24 anos pelo Mundo, tocando com Carlos Paredes, e desenvolveu uma forma única de compor que nos lembra sempre Portugal e a mistura cultural que experimentámos nos últimos 500 anos. Luísa Amaro, a primeira mulher a gravar em guitarra portuguesa, editou, em 2004, o CD Canção para Carlos Paredes, iniciando assim um percurso corajoso de uma mulher enamorada por um instrumento até então masculino.
Actualmente, Luísa Amaro prossegue o seu trabalho na procura de novos caminhos para a guitarra portuguesa, tendo criado o projecto IN-CANTO, para guitarra portuguesa e para um novo instrumento português – o guitolão. Este instrumento, o único existente no Mundo, teve origem numa sugestão que Carlos Paredes apresentou ao construtor Gilberto Grácio e que este concretizou anos depois. O seu som, absolutamente português e único, cruza-se com outros sons, juntando-se à percussão árabe, descobrindo novos timbres e envolvências musicais.
Para tal, foram convidados, para além de António Eustáquio, Baltazar Molina, um estudioso da percussão oriental, e Gonçalo Lopes, clarinetista com vasto repertório de música oriental.
IN-CANTO é um projecto pioneiro que rompe, uma vez mais, com a exclusiva ligação da guitarra portuguesa ao fado e ao masculino. Neste espectáculo, o apelo à sensibilidade, à espiritualidade e à transcendência musical marcam presença. IN-CANTO estará pronto a encantar, com repertório adequado e com novas músicas da autoria de Luísa Amaro e peças clássicas como Capricho Árabe, de Tarrega.
Meditherranios, o novo projecto do grupo, é a chave para compreendermos o lirismo da sua música, juntando a guitarra portuguesa, o guitolão, o clarinete baixo e a percussão oriental.
Indo contra todas as convenções da guitarra portuguesa, Luísa Amaro faz uma viagem baseada unicamente no seu amor por um instrumento que nos lembra sempre os ecos de tempos antigos, estejam eles na Coimbra ancestral ou na nossa maneira de sentirmos o Mediterrâneo.
O guitolão sugere-nos o alaúde árabe, o clarinete segue viagem entre os Balcãs e a Turquia, a percussão oriental leva-nos do Egipto à Pérsia e a guitarra portuguesa devolve-nos ao ponto de partida...
Programa:
Apresentação do CD Meditherranios
Preço: € 15.00
M/6
Duração aprox: 75 minutos, sem intervaloCo-produção: Fundação Oriente/Hepta
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Educação
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Elvira Cristina 17-01-2009 18:41:23
Recomendo vivamente esta peça!!
Rir é a melhor forma de "aceitarmos" estas diferenças entre os sexos que faz a riqueza da diversidade.
Elvira Cristina
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Vicky Cristina Barcelona
Woody Allen descomplica o amor por lhe aceitar a irracionalidade
24/10/2008Cíntia Bertolino
Na cena final de Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, 1977), Woody Allen lembra uma piada antiga. Um homem diz a um psiquiatra: "Doutor, meu irmão é maluco, ele pensa que é uma galinha". O médico diz: "Então, porque você não o interna?". Ao que Allen responde: "Bem, eu o internaria, mas acontece que preciso dos ovos". À piada segue uma pequena, porém brilhante, reflexão: "Assim é como me sinto sobre relacionamentos, eles são completamente irracionais, malucos, absurdos, mas continuamos, insistimos porque a maioria de nós precisa dos ovos".
Absolutamente coerente com a "filosofia dos ovos", depois de tantos anos esmiuçando os paradoxos do romance, Woody Allen ainda tem muito o que dizer sobre a irracionalidade, a maluquice, os absurdos de um relacionamento amoroso.
Vicky Cristina Barcelona tem esse mesmo leitmotiv. Mas o tratamento aqui é outro. Há uma leveza maior sem, no entanto, banalizar ou simplificar as emoções dos personagens. Talvez o tempo tenha amenizado a angústia e o diretor e roteirista tenha compreendido que algumas coisas nem sempre podem ser analisadas de forma racional e cartesiana. Às vezes, nem um analista ajuda.
Isso parece ser dito na abertura do filme. E é dito de forma alegre, quase descompromissada, graças à saltiante música-tema "Barcelona", de Giulia & Los Tellarini, que pergunta: "Por que tanto perde-se/Tanto buscar-se/Sem encontra-se?".
Vicky Cristina Barcelona acompanha duas amigas de férias na capital catalã. Vicky (Rebecca Hall) é centrada, prática. Cristina (Scarlett Johansson) é o oposto: impulsiva, meio-artista. Em Barcelona, no verão, as duas visitam os cartões postais da cidade, vagueiam pelas ruas ensolaradas e numa noite conhecem Juan Antonio (Javier Bardem), um pintor que teve um divórcio conturbado da mulher, Maria Elena (Penélope Cruz), linda - e maluca.
O encontro entre as garotas e Juan Antonio parece dizer ao público: "bem, agora sim elas chegaram a Barcelona". Agora, sim, o filme começa. E é o que de fato acontece. Surgem então as observações espirituosas, o humor e as idiossincrasias tão caras ao director. Enquanto um personagem se questiona se o amor autêntico é o que dá sentido à vida, outro pergunta com afectação a um casal de amigos se eles têm idéia de quanto custa um tapete oriental.
Como diria um especialista em metafísica transcendental que não acredita na conquista da Lua, o mundo pode ser dividido justamente assim. Entre os que querem saber o que dá sentido à vida e os que se importam verdadeiramente com o valor de mercado de uma bela tapeçaria.
Se valeu a pena a cidade de Barcelona ter investido dinheiro no projeto de Woody Allen? Indiscutivelmente. Vicky Cristina Barcelona é um dos filmes de verão mais charmosos dos últimos anos. E prova que não é preciso muita elucubração intelectual para absorver a cidade, sua estética, seu espírito. A beleza dela - assim, sem filtros, com todos os temperamentos catalães que tem a extravasar - está à distância de um toque.
Woody Allen descomplica o amor por lhe aceitar a irracionalidade
24/10/2008Cíntia Bertolino
Na cena final de Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, 1977), Woody Allen lembra uma piada antiga. Um homem diz a um psiquiatra: "Doutor, meu irmão é maluco, ele pensa que é uma galinha". O médico diz: "Então, porque você não o interna?". Ao que Allen responde: "Bem, eu o internaria, mas acontece que preciso dos ovos". À piada segue uma pequena, porém brilhante, reflexão: "Assim é como me sinto sobre relacionamentos, eles são completamente irracionais, malucos, absurdos, mas continuamos, insistimos porque a maioria de nós precisa dos ovos".
Absolutamente coerente com a "filosofia dos ovos", depois de tantos anos esmiuçando os paradoxos do romance, Woody Allen ainda tem muito o que dizer sobre a irracionalidade, a maluquice, os absurdos de um relacionamento amoroso.
Vicky Cristina Barcelona tem esse mesmo leitmotiv. Mas o tratamento aqui é outro. Há uma leveza maior sem, no entanto, banalizar ou simplificar as emoções dos personagens. Talvez o tempo tenha amenizado a angústia e o diretor e roteirista tenha compreendido que algumas coisas nem sempre podem ser analisadas de forma racional e cartesiana. Às vezes, nem um analista ajuda.
Isso parece ser dito na abertura do filme. E é dito de forma alegre, quase descompromissada, graças à saltiante música-tema "Barcelona", de Giulia & Los Tellarini, que pergunta: "Por que tanto perde-se/Tanto buscar-se/Sem encontra-se?".
Vicky Cristina Barcelona acompanha duas amigas de férias na capital catalã. Vicky (Rebecca Hall) é centrada, prática. Cristina (Scarlett Johansson) é o oposto: impulsiva, meio-artista. Em Barcelona, no verão, as duas visitam os cartões postais da cidade, vagueiam pelas ruas ensolaradas e numa noite conhecem Juan Antonio (Javier Bardem), um pintor que teve um divórcio conturbado da mulher, Maria Elena (Penélope Cruz), linda - e maluca.
O encontro entre as garotas e Juan Antonio parece dizer ao público: "bem, agora sim elas chegaram a Barcelona". Agora, sim, o filme começa. E é o que de fato acontece. Surgem então as observações espirituosas, o humor e as idiossincrasias tão caras ao director. Enquanto um personagem se questiona se o amor autêntico é o que dá sentido à vida, outro pergunta com afectação a um casal de amigos se eles têm idéia de quanto custa um tapete oriental.
Como diria um especialista em metafísica transcendental que não acredita na conquista da Lua, o mundo pode ser dividido justamente assim. Entre os que querem saber o que dá sentido à vida e os que se importam verdadeiramente com o valor de mercado de uma bela tapeçaria.
Se valeu a pena a cidade de Barcelona ter investido dinheiro no projeto de Woody Allen? Indiscutivelmente. Vicky Cristina Barcelona é um dos filmes de verão mais charmosos dos últimos anos. E prova que não é preciso muita elucubração intelectual para absorver a cidade, sua estética, seu espírito. A beleza dela - assim, sem filtros, com todos os temperamentos catalães que tem a extravasar - está à distância de um toque.
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É Woody Allen sem dúvida. Só podia ser!!
O labirinto amoroso que já conhecemos de outros argumentos de Woody Allen que é tudo menos simples...mas as relações humanas são isso mesmo...Complexas e é essa beleza do ser humano que vemos retratada numa comédia deliciosa, com a beleza da cidade de Barcelona como fundo.
EC
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Cinema
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Há dias assim…
Há dias que teimam em começar…
Em que é quase doloroso levantar o corpo e iniciar o dia.
Mas…
Há dias que valem a pena !!
Há dias que começam bem.
Uma amiga telefona a agradecer as palavras e o gesto de ontem.
Alguém nos dedica uma música que não nos sai da cabeça e faz esvoaçar o corpo e quase levitar de prazer!
Uma colega faz uma surpresa e modifica o nosso espaço de trabalho com uma lufada de ar fresco!
Há dias que teimam em começar…
Em que é quase doloroso levantar o corpo e iniciar o dia.
Mas…
Há dias que valem a pena !!
Há dias que começam bem.
Uma amiga telefona a agradecer as palavras e o gesto de ontem.
Alguém nos dedica uma música que não nos sai da cabeça e faz esvoaçar o corpo e quase levitar de prazer!
Uma colega faz uma surpresa e modifica o nosso espaço de trabalho com uma lufada de ar fresco!
Convidam-nos para uma palestra só porque acreditam em nós!
Um amigo que nos telefona só porque sim.
Um aluno nos envia os parabéns mesmo que atrasados.
Alguém se lembra de nós e nos convida para sexta à noite!
Em que nos escrevem porque se lembram de nós.
Em que nos telefonam só para ouvir a nossa voz.
Em que uma criança nos oferece um desenho e nos estende os seus braços e nos faz sentir únicos no mundo!
Em que alguém nos diz: “gosto de ti”!
Que bom mesmo…
Há dias assim !!
Elvira Cristina Silva
(3 Fevereiro 2009)
Os Dias
Mafalda Veiga (2008)
http://www.youtube.com/watch?v=kjXyE6oMIHw
http://www.mafaldaveiga.sapo.pt/discos/disco10_faixa10.html
Um amigo que nos telefona só porque sim.
Um aluno nos envia os parabéns mesmo que atrasados.
Alguém se lembra de nós e nos convida para sexta à noite!
Em que nos escrevem porque se lembram de nós.
Em que nos telefonam só para ouvir a nossa voz.
Em que uma criança nos oferece um desenho e nos estende os seus braços e nos faz sentir únicos no mundo!
Em que alguém nos diz: “gosto de ti”!
Que bom mesmo…
Há dias assim !!
Elvira Cristina Silva
(3 Fevereiro 2009)
Os Dias
Mafalda Veiga (2008)
http://www.youtube.com/watch?v=kjXyE6oMIHw
http://www.mafaldaveiga.sapo.pt/discos/disco10_faixa10.html
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domingo, 1 de fevereiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Apaixonem-se!...
Até que ponto nos apaixonamos por tudo aquilo que fazemos? Pela profissão que temos? Pelas escolhas e decisões que tomamos? Que tipo de educação desejamos, se a auto-estima de muitos docentes não é a melhor?
Estaremos nós doentes ou a profissão?
Devemos dar sentido ao que fazemos, procurando ser criativos em cada dia, deslumbrando-nos perante os outros, perante a vida e perante nós próprios. Quando nos apaixonamos arriscamos… Nem sempre reflectimos sobre os nossos actos, é certo, porque vêm do mais interior de nós. E é o que tão espontaneamente devemos fazer na vida, na profissão com a “diferença” de reflectir cada nosso gesto e atitude numa postura critica, lamentando, sim se for caso disso, mas com o intuito de nos predispormos a agir, no sentido de intervir para alterar algo!
E porque nem sempre as coisas correm bem o melhor mesmo é reflectir e mudar, se for o caso, porque a mudança começa em cada um de nós. As lamentações só têm razão de ser quando são feitas no sentido de procurar alterar o que não concordamos.
A vida deve ser vivida com paixão, só assim ela tem sentido no baú das nossas memórias. É tempo de nos apaixonarmos pela vida e agirmos, quanto mais não seja apaixonarmo-nos por cada dia de vida, único e irrepetível.
Despeço-me até um dia destes…
Elvira Cristina
(Ver também Editorial CEI 82; Abril/Maio/Junho 2002)
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domingo, 18 de janeiro de 2009

QUANTOS SEREMOS?
Não sei quantos seremos
mas que importa?!
Um só que fosse
e já valia a pena
Aqui no mundo
alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Não podemos mudar a hora da chegada
Nem talvez a mais certa
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.
E o que não presta é isto
esta mentira
Quotidiana.
Esta comédia desumana
E triste
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.
Miguel Torga
Não sei quantos seremos
mas que importa?!
Um só que fosse
e já valia a pena
Aqui no mundo
alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Não podemos mudar a hora da chegada
Nem talvez a mais certa
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.
E o que não presta é isto
esta mentira
Quotidiana.
Esta comédia desumana
E triste
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.
Miguel Torga
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe.
A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio.
Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.
O professor tomou então uma caixa de fósforos e a vazou dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.Logo, o professor pegou uma caixa de areia e a vazou dentro do frasco.
Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.
Os estudantes riram-se nesta ocasião.
Quando os risos terminaram, o professor comentou:'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam.
São coisas que mesmo que perdessemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia.
Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc.
A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida.
Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia.'
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: Então e o que representa o café? O professor sorriu e disse: 'Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um amigo'.
A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio.
Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.
O professor tomou então uma caixa de fósforos e a vazou dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.Logo, o professor pegou uma caixa de areia e a vazou dentro do frasco.
Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.
Os estudantes riram-se nesta ocasião.
Quando os risos terminaram, o professor comentou:'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam.
São coisas que mesmo que perdessemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia.
Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc.
A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida.
Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia.'
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: Então e o que representa o café? O professor sorriu e disse: 'Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um amigo'.
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Os livros que se seguem apresentam as minhas opiniões sobre os mesmos. Exclusivamente o meu "ponto de vista". EC


















